Começa nesta quarta-feira (20) o período de convenções partidárias, para homologação das candidaturas para as eleições de outubro deste ano.
Até o momento, a disputa pelo comando do Palácio Paiaguás está monopolizada.
O governador Mauro Mendes (União Brasil) confirmou o seu projeto eleitoral.
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Na noite de segunda-feira (18), o chefe do Executivo Estadual pôs fim ao suspense e anunciou que irá disputar a reeleição.
A sua candidatura será confirmada em convenção partidária do UB, no próximo dia 29.
Ele é o único que colocou a pré-candidatura ao Governo do Estado.
Por conta disso, nos bastidores, já fala-se em "vitória por WO", uma vez é que a tendência é de que ele não tenha uma adversário à altura e que coloque em risco a sua reeleição.
Por outro lado, o grupo de oposição, formado pela federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) e pelo PP e PSD, que, até pouco tempo integravam a base governista, ensaia lançar um nome para concorrer contra Mauro Mendes.
O mais cotado é o senador Carlos Fávaro (PSD), mas ele ainda hesita em encabeçar uma chapa majoritária.
Diante disso, o nome da ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lucia Cavalli (PCdoB), ainda está no páreo.
Por outro lado, a corrida ao Senado já conta com cinco postulantes.
Trata-se do senador Wellington Fagundes (PL), que tentará a reeleição, o deputado federal Neri Geller (PP), a médica e empresária Natasha Slhessarenko (PSB), o vereador por Cuiabá Kássio Coelho (Patriota) e o produtor rural Antônio Galvan (PTB).
ESCOLHA - A convenção partidária é exigida pela lei eleitoral e pode ser considerada o pontapé inicial da campanha.
Nela, os filiados decidem quem serão os candidatos às eleições, seja por aclamação ou por votação.
E se o partido não fizer a convenção, fica sem candidatos.
Neste ano, os partidos definem os candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador, deputado federal, deputado estadual e distrital, no caso de Brasília.
De acordo com a lei, o período das convenções vai de 20 de julho a 5 de agosto.
Após a escolha dos candidatos, os partidos têm até15 de agosto para fazer o registro na Justiça Eleitoral.
A campanha começa para valer no dia 16 de agosto, só aí os pedidos de votos podem ser feitos.




