O jovem Hélio Taques de Almeida, de 28 anos, foi executado com três tiros, no Jardim Esmeralda, em Várzea Grande. O assassinato, que ocorreu ontem por volta das 2 horas, não teria testemunhas. Moradores próximos se limitaram a informar que ouviram os disparos e depararam com a vítima caída no meio da rua. Atingido por um tiro na cabeça e dois no tórax, Hélio morreu no cruzamento das ruas Dois com São Sebastião. Para policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime seria um acerto de contas. No local, os moradores não souberam informar o que ocorreu, mas garantiram não ter ouvido barulho de carro após os tiros. Por se tratar de um bairro considerado violento, os policiais acreditam que muitos não gostam de falar sobre o que acontece no bairro, imperando a chamada lei do silêncio. Os policiais não souberam informar se a vítima tinha antecedente. O delegado Valfrido Franklin Nascimento, de plantão na DHPP esteve no local iniciando as investigações. Ele deverá ouvir os familiares da vítima nos próximos dias para tentar obter informações que esclareçam o assassinato. Hélio morava numa rua próxima e voltava para casa quando foi executado.