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POLÍCIA
Sábado, 19 de Dezembro de 2009, 00h:54

CUIABÁ-SINOP

Quadrilha de tráfico presa em Sinop

A Polícia Civil prendeu seis integrantes de uma quadrilha de traficantes que agia na região de Sinop (500 quilômetros da Capital). Os acusados atuavam há cerca de dois meses na região. Trata-se de Josilaine de Souza Melo, 21, mulher de Davi, Jackson Senner, 20, e dois adolescentes, uma moça de 17 anos e um rapaz 16 anos, além de Davi Meira Bretã Bezerra, de 18, apontado como líder do bando. A desarticulação da quadrilha ocorreu anteontem à tarde. Com ele, os policiais apreenderam 210 gramas de pasta-base, um revólver, vários aparelhos eletrônicos, 19 trouxinhas de pasta-base já prontas para a venda e várias outras de maconha. Foram apreendidos ainda cerca de R$ 400 em dinheiro, em cédulas de pequeno valor e muitas moedas. Segundo o delegado Rodrigo Bastos da Silva, responsável pelo setor antidrogas da Delegacia Municipal de Sinop, os traficantes chegavam a vender dois quilos de pasta-base por semana, movimentando R$ 50 mil por mês com o tráfico. Além do dinheiro, recebiam produtos roubados como pagamento, um esquema conhecido dos policiais. O delegado explicou que as investigações iniciaram com a prisão da primeira integrante da quadrilha, Rosana Barbosa Freitas, 20, presa no dia 1° de novembro, dentro de um ônibus com destino à Capital, quando vinha buscar cocaína em Cuiabá. “Essa mulher tinha em seu poder uma motocicleta, dois notebooks, máquinas digitais, produtos de furtos e roubos na cidade de Sinop. Além de R$ 1,3 mil em cédulas de pequeno valor. A partir daí começamos a investigar até desarticular o esquema”, frisou um dos policiais que participou da prisão. As informações que levaram à prisão da integrante foram repassadas pela Gerência de Inteligência Policial (GIP) da Polícia Civil, que continuou o trabalho de monitoramento junto com o delegado, possibilitando a identificação dos demais membros da quadrilha. Conforme o delegado, a quadrilha tinha como encarregado da distribuição das drogas o adolescente de 16 anos, que também era responsável por buscar entorpecente em Cuiabá. “Ele levava objetos, produtos de crime, e os trocava por entorpecentes. O casal Jackson e sua mulher de 17 anos ficava com a atribuição de vender a droga”, frisou o delegado. (Com assessoria)

Edição EDIÇÃO 16962




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