POLÍCIA
Sábado, 09 de Setembro de 2006, 14h:40
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ALTOS DO COXIPÓ
Polícia procura o chefe da quadrilha
A polícia tenta localizar Jonilson Alves da Silva, apontado como o chefe do bando que assaltou uma casa no bairro Altos Coxipó de onde roubou cerca de R$ 70 mil e um veículo Ecosport. O assalto ocorreu anteontem de manhã, quando dois homens invadiram a casa e renderam quatro pessoas para roubar o dinheiro, proveniente do evento Independence Country. Pelo assalto, estão presas cinco pessoas, mas ainda falta prender a dupla que invadiu a casa, integrada por Jonilson e um cúmplice. Entre as cinco pessoas presas pelo assalto está o balconista de farmácia José Alves Batista, de 24 anos e Etiniel Luiz Pontes, de 18 anos. Com este último, a Polícia apreendeu, no Jardim Vitória, uma pasta com dois revólveres e R$8 mil, dinheiro que se supõe ser a parcela que coube a ele por participação no assalto. Foram quatro revólveres e duas motocicletas apreendidas, além de parte do dinheiro roubado, explicou o chefe de operações da Gepol, policial civil Antônio Lourenço, que participou da prisão de parte da quadrilha. Para desarticular o bando, os policiais chegaram até José Alves, considerado por testemunhas como sendo a pessoa que rondou a casa da vítima, no feriado pelo Dia da Independência. Eles foram até a farmácia onde o balconista trabalhou e conseguiram o endereço dele. Na casa de José Alves, no bairro Bela Vista, a polícia chegou justo na hora em que ele saía com uma motocicleta e com um revólver na cintura. O balconista acabou confessando a participação no assalto e apontou Jonilson como o chefe do bando. Ao chegar no endereço revelado, os policiais não o encontraram, mas localizaram Etiniel que estava com uma bolsa preta contendo o dinheiro e dois revólveres. O Etiniel é primo do Jonilson, que passou por lá e deixou com ele (Etiniel) a bolsa com o dinheiro e as armas, explicou um policial que participou da prisão. Etiniel, no entanto, nega a participação no assalto. Alega que não sabia do conteúdo da bolsa. O assalto foi anteontem, as 7 horas, quando a empregada abria a porta.