O pedreiro Edílson Oliveira dos Santos, de 29 anos, foi assassinado ontem de manhã com seis tiros de revolver. Ele estava no quintal de sua casa o bairro Mapim em Várzea Grande. Testemunhas disseram que dois homens o procuraram e após alguns minutos de conversa, um deles sacou um revólver e o descarregou na vítima que morreu no local. A execução ocorreu, por volta das 10h30. Segundo policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime seria um acerto de contas envolvendo um revólver que sumiu. Na última terça-feira, dois homens correndo da Polícia deixaram cair um revólver no quintal da casa de Edílson. No final da manhã, eles voltaram para buscar a arma, mas Edílson teria informado de que a Polícia havia apreendido a arma e levado para a Delegacia. Os três discutiram e o pedreiro foi executado em sua própria casa. A delegada Anaíde Barros esteve no local iniciando as investigações e esclareceu que tanto vítima como suspeitos já se conheciam, uma vez que Edílson já havia sido preso por roubo em Sinop (cidade a 500 quilômetros da Capital) e usava o nome falso de Márcio Oliveira dos Santos. Ela acrescentou que os suspeitos já foram identificados e ela deverá pedir a prisão preventiva deles nos próximos dias. Os três se conheciam e os suspeitos foram na casa buscar a arma e não a encontraram. Por conta disso, executaram o rapaz a tiros. A vítima teria alegado que os policiais que saíram na busca deles, apreenderam a arma, informou a delegada. Os policiais suspeitam que os suspeitos, na verdade, tenham guardado a arma com Edílson e este já a teria passado à frente e tentava enganar os cúmplices. Anaíde Barros vai checar o nome falso e saber se Edílson respondia a mais inquéritos. (AR)