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POLÍCIA
Terça-feira, 15 de Junho de 2010, 21h:25

Oito latrocínios marcam com brutalidade a metade do ano

Cuiabá e Várzea Grande registraram oito latrocínios (roubo seguido de morte) de janeiro até agora. No ano passado inteiro foram 16, um número considerado preocupante, uma vez que os criminosos matam as vítimas para roubar algum bem – dinheiro, automóvel ou objeto. São crimes que chocam a sociedade, pois se trata de um assassinato repentino, sem motivação. “Se somarmos os latrocínios de um ano e meio para cá, são 20. São pessoas que morreram durante assalto. É, de fato, uma violência sem fim”, disse um delegado que já trabalhou na Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA). O latrocínio é considerado o maior indicador de violência, pois reúne os crimes de assassinato e roubo. No último latrocínio ocorrido em Várzea Grande, o que chamou a atenção foi a participação de dois adolescentes – um de 16 e outro de 17 - junto com mais dois maiores. A quadrilha matou a tiros o ex-policial militar Giuvane Gomes da Silva, de 32, para roubar seu automóvel. Para reprimir os crimes praticados por garotos, o diretor de Polícia Metropolitana, delegado Marcos Veloso, ampliou o número de policiais e delegados da Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) da Capital. (AR)

Edição EDIÇÃO 16967




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