POLÍCIA
Segunda-feira, 27 de Julho de 2009, 20h:04
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VÁRZEA GRANDE
Motorista é executado em casa
O motorista Evaldo Camargo, de 47 anos, foi executado com um tiro na cabeça numa casa de sua propriedade, no Jardim Dom Diego, em Várzea Grande. O crime teria ocorrido durante a madrugada, mas o cadáver foi localizado somente na parte da manhã por um vizinho que foi procurá-lo e se deparou com o corpo. A princípio, o assassinato seria um acerto de contas. Policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estiveram no local e ouviram familiares. O motorista ingeria bebida alcoólica, mas não era usuário de drogas, aumentando as suspeitas de um acerto de contas. Segundo o delegado Antônio Carlos Garcia, responsável pelas investigações, a vítima teria aberto a porta da casa para o criminoso, uma vez que não estava arrombada. A vítima estava agachada, praticamente escondida no quarto. A impressão é que abriu a porta e, ao perceber de quem se tratava, tentou se esconder, mas acabou executado, observou. O fato de o motorista morar sozinho na casa de duas peças dificulta as investigações, uma vez que não teve testemunhas. O delegado deverá ouvir os familiares nos próximos dias. A princípio seria um acerto de contas, explicou o delegado. O assassinato do motorista é o sexto registrado neste fim de semana na Grande Cuiabá, um dos mais violentos do ano. No sábado de manhã, o andarilho Leopoldo Acioli, de 40 anos, foi executado com várias perfurações provocadas com cacos de vidro. Não satisfeitos, os criminosos ainda queimaram o corpo que ficou semicarbonizado. O homicídio ocorreu numa república desocupada no Jardim Imperial II, em Cuiabá, mas o cadáver foi localizado no início da manhã. Nos fundos, policiais da DHPP localizaram uma escavação que seria usada para enterrar o cadáver. Na república, os policiais detiveram dois suspeitos que foram levados para a delegacia. A princípio, o crime seria um acerto de contas envolvendo drogas. Moradores próximos disseram que à noite o local funciona como um fumódromo. Por volta da meia-noite, moradores ouviram gritos no local. Não fui eu, não fui eu. Em seguida, a pessoa silenciou. Os policiais acreditam que Acioli tenha sido morto com cacos de vidros retirados de uma janela de um dos quartos. (AR)