POLÍCIA
Segunda-feira, 15 de Junho de 2009, 20h:12
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VIOLÊNCIA SEXUAL
Homem de 20 anos é suspeito de violentar menino de 11
A Delegacia dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) investiga um ajudante de serviços gerais, de 20 anos, acusado de pedofilia. Ele é suspeito de abusar sexualmente de um menino de 11 anos enquanto a vítima dormia. O fato ocorreu no sábado de madrugada, na casa da sogra de seu pai. O acusado é atual cunhado do menino. O fato veio à tona anteontem à noite, após o menino contar para o pai. Desconfiado de que o filho estava triste, quis saber o que tinha ocorrido. Com vergonha de dizer, o garoto escreveu uma carta detalhando o abuso por parte do rapaz. O pai, então, acionou a Polícia Militar que localizou o rapaz e o levou até a Delegacia do Complexo do Planalto. Como havia passado as 24 horas do flagrante, o rapaz foi interrogado. Ao delegado plantonista, ele negou ter praticado o crime. Confirmou que o garoto foi dormir na casa da sogra e ele dormiu próximo, mas nem encostou no menino. Tinha outro (menino) dormindo também e nada aconteceu com o outro também, assegurou. O pai do menino disse aos policiais que o garoto foi dormir na casa de sua atual sogra. O cunhado, de 20 anos, também estava lá e aproveitou que estavam dormindo na mesma cama para abusar dele. Meu filho estava muito tristinho. Ele não teve coragem de falar o que ocorreu. Então, escreveu um bilhete detalhando tudo. É uma pouca vergonha, disse. Esse é o terceiro caso de violência sexual registrado neste fim de semana, na Grande Cuiabá. Anteontem à noite, o chacareiro Edivan de Campos Souza, de 34 anos, foi preso após ser acusado de estuprar uma garota de 18 anos. O estupro ocorreu numa chácara da região do Coxipó do Ouro, em Cuiabá, onde a garota foi procurar o marido. Ela foi recebida por Edivan que, armado com uma faca, a levou para um matagal e a violentou sexualmente. A garota disse que conseguiu escapar dele e chamar o marido. Este acionou a Polícia Militar, que prendeu o chacareiro. Na delegacia, Edivan confirmou ter mantido relação sexual com a garota, mas com o consentimento dela. Ela é porcaria. Primeiro me chama para transar e depois disse que foi estuprada. Não teve nada de violência, garantiu. No domingo de madrugada, uma mulher foi estuprada em sua própria casa, no Jardim Maringá III, em Várzea Grande. O crime ocorreu após um homem armado com uma faca invadir a casa e a violentá-la sexualmente. O crime ocorreu na frente do filho. O criminoso ainda consumiu drogas na frente das duas vítimas. Em seguida, o ladrão fugiu levando o celular da mulher. A vítima entrou em estado de choque e teve que ser medicada no Pronto-Socorro de Várzea Grande (PSVG). (AR)