POLÍCIA
Sábado, 02 de Maio de 2009, 13h:04
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Atuação de vigias é criticada
A atuação dos vigias contratados é alvo de críticas por parte dos estudantes. Um acadêmico de Comunicação de 21 anos, que prefere ter o nome preservado, relata que já foi ameaçado por eles após dar um grito na entrada do campus enquanto andava de bicicleta, num momento de descontração. Eles chegam apavorados. Não têm critério nenhum de abordagem, reclama o universitário. O coordenador-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Jelder Pompeo, ataca a terceirização. Para ele, os atuais vigias são pessoas maltreinadas, que não conhecem os estudantes. Já chegaram a agredir ou constranger os alunos. Para Jelder, a UFMT precisa realizar concursos públicos para efetivar funcionários. Já o presidente da Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat), Carlinhos Eilert, anuncia que, ainda este ano, pretende discutir com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) a segurança no campus e debater especialmente a atuação da PM. O tema foi discutido pela última vez, em caráter institucional, em 2006. Assassinato - O crime ocorrido no domingo anterior fugiu à ordem dos fatos na UFMT. É público que muitos casos graves ocorrem (os boatos dos estudantes dão conta disso), mas nem todos os crimes são registrados, talvez pela crença na impunidade. Além disso, para a polícia, há a dificuldade de separar os crimes que ocorrem dentro do campus e no entorno da UFMT, principalmente no bairro Boa Esperança. Tomando-se por amostra os números da Coordenadoria de Segurança da UFMT, conclui-se que, até o último domingo, a criminalidade no local se limitava aos furtos. Segundo o coordenador Rubens Mauro Ribeiro Leite, nos últimos 6 meses, foram 19 ocorrências. Dessas, 17 se referem a furtos de objetos dentro dos carros nos estacionamentos bolsas, notebooks e, principalmente, aparelhos de som automotivo. (RD