NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

POLÍCIA
Quinta-feira, 28 de Abril de 2011, 21h:31

MORTE DE CAPITÃO

Acusado pode ter feito arrastão

O jovem Wesley Henrique Ribeiro Machado, de 18 anos, preso como participante do latrocínio (roubo seguido de morte) que vitimou o capitão PM Celino Sampaio na última segunda-feira, é investigado num arrastão realizado na Rodoviária de Várzea Grande. Os assaltos em sequência ocorreram na quarta-feira, nos guichês de ao menos quatro das 10 empresas que vendem passagens na rodoviária, em funcionamento num restaurante da avenida Júlio Campos. Segundo o delegado Márcio Alegria, titular da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (Derrf) de Várzea Grande, as vítimas ficaram de comparecer à delegacia para fazer o reconhecimento. Como o assaltante já foi encaminhado para o Presídio Central do Estado, a identificação poderá ser feita através de fotos que ficaram na ficha criminal. “As vítimas disseram ter reconhecido através da divulgação das imagens dos assaltantes. Então, orientamos que procurassem a delegacia para fazer o procedimento formal”, explicou. No assalto, ocorrido por volta das 20 horas, Wesley agiu em companhia de um cúmplice e contou com o apoio de mais dois assaltantes que estavam em outra motocicleta estacionada nas proximidades. Conforme as vítimas, Wesley estava armado com um revólver e rendeu funcionários de quatro guichês, mas somente dois deles registraram queixa. De uma empresa foram roubados R$ 280 em dinheiro e da outra, R$ 170. Enquanto Wesley apontava a arma para as vítimas, o cúmplice colocava o dinheiro numa sacola. Policiais da Derrf acreditam que Wesley tenha praticado outros assaltos em estabelecimentos comerciais, principalmente no período noturno. “Como não era preso, acabava praticando mais assaltos e sempre com um ou dois cúmplices”, explicou um dos policiais que participa das investigações. (AR)

Edição EDIÇÃO 16968




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL