O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou uma lei ontem para reformar a maneira pela qual o Pentágono compra grandes sistemas de armamentos. O texto visa encerrar os atrasos de programação e custos superiores aos previstos, uma constante nos gastos de defesa dos EUA. "Como comandante em chefe, farei o que for preciso para proteger o povo americano", disse Obama na cerimônia de assinatura da lei, na Casa Branca. "Mas rejeito a ideia de que tenhamos que desperdiçar bilhões de dólares para manter esta nação em segurança." O Senado e a Câmara dos Deputados aprovaram a legislação por unanimidade no início da semana. SUPREMACIA Em um dia dedicado a temas militares, Obama disse ainda que o país manterá sua supremacia militar, mas prometeu aos militares só enviá-los para a guerra se for "absolutamente necessário". Em discurso aos recém-graduados da Academia Naval de Anápolis, no Estado de Maryland, Obama afirmou que dará todo o equipamento que precisarem para realizar sua tarefa, tanto agora como no futuro. MELHOR FORÇA "Em outras palavras, manteremos a superioridade militar americana e faremos com que continuem sendo a melhor força que o mundo já viu", afirmou o presidente, em cerimônia da qual participaram cerca de 30 mil pessoas, segundo porta-vozes da Marinha.