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MUNDO
Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2015, 20h:17

TERROR

Obama anuncia toda força contra jihadistas

De acordo com o presidente Barack Obama, a estratégia dos EUA contra o EI será levada adiante com urgência e com base em quatro frentes

O presidente americano Barack Obama anunciou ontem que ordenou novas ações para intensificar a luta contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI). "Vamos atingir o Estado Islâmico mais forte do que nunca", disse o presidente em pronunciamento no Pentágono. As novas ordens incluem maior poder de fogo e forças de operações especiais. "Essas ordens estão a caminho. Essa continua a ser uma luta difícil", afirmou. "Temos que ser inteligentes, atacando o EI com precisão". De acordo com Obama, a estratégia dos EUA contra o EI será levada adiante com urgência e com base em quatro frentes: caçar os terroristas, treinar e equipar as forças de segurança do Iraque e da Síria para combater o grupo em terra, destruir as operações de recrutamento, financiamento e propaganda e diplomacia persistente para acabar com a guerra civil na Síria. Os bombardeios contra alvos do grupo que são lançados pela coalizão internacional liderada pelos EUA, está aumentando, disse o presidente. "No mês passado, em novembro, nós lançamos o maior número de bombas desde que essa campanha começou", afirmou. O presidente também reforçou que os líderes do grupo serão encontrados. "Os líderes do EI não podem se esconder. E nossa mensagem a eles é 'você é o próximo'", disse. Ainda disse que o EI perdeu territórios na Síria e no Iraque. "Até agora perdeu 40% do território que controlava no Iraque. E vai perder mais", afirmou. O presidente também reconheceu que o progresso na luta contra o grupo deve ser acelerado. O anúncio foi feito depois de uma reunião no Conselho Nacional de Segurança, no Pentágono, com a participação do secretário de Defesa, Ash Carter. O presidente disse que tinha encarregado o secretário Carter a uma viagem ao Oriente Médio para garantir mais contribuições militares para o combate da coalizão contra o grupo jihadista. CUBA O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está aberto a visitar Cuba em 2016, mas primeiro quer ver se os cidadãos comuns estão usufruindo de mais liberdades, disse o líder norte-americano em uma entrevista divulgada ontem. Obama afirmou ter dito a Havana que, sem tais avanços, é improvável que ele visite a ilha comunista antes de terminar o segundo mandato, apesar do histórico reatamento de relações diplomáticas entre os dois países neste ano.

Edição EDIÇÃO 16967




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