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Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

ILUSTRADO
Segunda-feira, 11 de Março de 2013, 21h:03

HOLOFOTE

Suspense/horror

Subjaz A exposição “Subjaz”, do artista Ordi Calder, é aberta nesta terça-feira às 20 horas no foyer do teatro do Sesc Arsenal, com entrada franca.Reúne trabalhos deste fotógrafo contemporâneo que possui obras premiadas internacionalmente. Ele faz uso de projeções de sombras a de objetos nas paredes, nas calçadas, nas ruas, para registrar luzes, sombras, cores e formas inusitadas, com a simples intenção de formar imagens estéticas provocando sensações no espectador. A mostra permanece em cartaz até 28 de abril. Impressão e serigrafia Oficina para colaborar com o desenvolvimento do indivíduo na sua capacidade de criação estética, estimulando a experimentação de técnicas na descoberta de uma nova linguagem artística que dialogue com a gravura. É a Oficina de Técnicas Alternativas de Impressão e Serigrafia, que começa nesta terça e vai até sábado (16/03), das 18 às 22 horas. No Arsenal, gratuita, para maiores de 16 anos. Informações pelo fone 3616 6901. Caravelas “Caravelas, um confronto entre a vida e a morte”, livro de Wilson Britto, será lançado na próxima quinta-feira, às 20 horas no auditório da FIEMT, que fica na avenida Rubens de Mendonça, 4193. O livro surge através de uma parceria que envolve a Entrelinhas, editora da obra; o Instituto Canopus; e o Hospital do Câncer de Mato Grosso, que vai receber 100% da venda do livro. O autor fará palestra durante o lançamento. Suspense/horror “Quando eu era vivo” é o filme brasileiro que reinsere nossa filmografia no gênero suspense/horror. E vem uma safra ao estilo por aí. Neste, que tem Antonio Fagundes e a cantora Sandy no elenco, a direção é da dupla Marco Dutra e Juliana Rojas, que já assinou “Trabalhar cansa”,exibido no Festival de Cannes de 2011. O novo filme é baseado no livro “A arte de produzir efeito sem causa”, de Lourenço Mutarelli. Weiwei heavy metal “Tudo o que eu podia cantar na prisão eram músicas do Exército Chinês de Libertação. Depois pensei: quando sair daqui, vou fazer algo pessoal relacionado à música.” Disse o artista e dissidente chinês Ai Weiwei, ao jornal britânico The Guardian, referindo-se aos 81 dias em que ficou preso na China, em 2011. Prometeu e vai cumprir. Vai rolar um álbum ao estilo heavy metal, onde o artista vai expressar sua opinião.

Edição EDIÇÃO 16968




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