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ILUSTRADO
Sábado, 22 de Julho de 2006, 13h:38

Juliana Knust estava predestinada a Rosa

A realização de um sonho. É como define a diretora e roteirista do curta-metragem Nó de Rosa, Glória Albuês, sobre o fato de ter Juliana Knust no papel principal da trama. “Eu vi seu rosto há uns três anos, quando folheei uma revista no cabeleireiro e já pensava em fazer o filme. Na mesma hora pensei - mesmo sem saber quem ela era – ‘essa moça é o rosto que estou procurando para minha Rosa’”, revelou. Desde então foi uma busca pelo contato da atriz e muitas idas e vindas para que finalmente tudo desse certo. Quando os recursos vieram a agenda de Juliana estava cheia e a diretora pensou até em chamar a atriz Dira Paes, a Solineusa de A Diarista, para o papel. Mas Juliana estava predestinada a viver Rosa e conseguiu participar, já que Dira não teve permissão para se ausentar da Rede Globo nesta época. Encantada pelo roteiro Juliana contou que está muito feliz com sua primeira empreitada fora do eixo Rio-São Paulo. No cinema conta que este é seu segundo curta. Há dez anos fez “Vila Isabel – o inventário da infância”, com Paulo Goulart. Em longa-metragem atuou apenas em um nesses dez anos de carreira. Trata-se de “Achados e perdidos”, de José Jofre, onde viveu o oposto de Rosa, a garota de programa Flor. Quando era pequena, Juliana não sonhava em ser como as moças da TV. Morava em uma casa e só queria saber de brincar. Além disso, ninguém na família era ligada às artes: o pai, José Augusto, é médico ginecologista, e a mãe, Sônia, dona de casa. Mas o destino a levou para este caminho. "Um professor montou um grupo de teatro e uma amiga me chamou para participar. Fui e acabei virando atriz com todo o apoio de minha família. Já minha amiga enfrentou preconceitos familiares e acabou desistindo. Mas se não fosse ela!”, lembra. Na TV relembra que começou na novela teen Malhação. Depois vieram trabalhos diversos entre especiais e novelas. Entre as novelas estão: Esplendor, Desejos de Mulher, Celebridade, América e agora como Cássia Kiss jovem em Cobras e Lagartos. Outros trabalhos foram os infantis Bambuluá, apresentado por Angélica e Sítio do Pica-Pau Amarelo. Seu próximo trabalho, ela adianta, é na próxima novela das oito, de autoria de Gilberto Braga, cujo título é Copacabana e vai trabalhar a temática do turismo sexual. “Amo trabalhar com ele (Gilberto) porque tem um texto maravilhoso. Não sei ainda sobre o que será nem como será meu papel. Mas espero ansiosa pelas gravações, que estão previstas para setembro”, contou. (AN)

Edição edição 16957




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