O Buda aconselhava seus discípulos a não perderem seus Sidhid (poder físico, e agora pretendemos explicar a constituição vital, também denominada de etérica. Esta estrutura representa a parte dinâmica dos órgãos físicos; é a contraparte destes. A Estrutura VITAL é, também, denominada de corpo etérico do homem e dos animais. É o cidolen dos gregos ou corpo vital. É o protótipo, a reflexão (ou duplo etérico) da carne. Aparece antes do nascimento e morre, ou melhor, desvanece com o desaparecimento do último átomo do corpo. Consoante a linguagem teosófica, possuem as designações: Linga-Sharira, corpo fantasma, duplo etérico e duplo astral. Duplo astral no sentido de absorver os raios do SOL. O Sol, conhecido como Astro Rei, distribui pelos corpos, pela natureza, sete energias muito bem reveladas através das cores do Arco-Íris. O corpo vital tem a mesma forma do corpo físico; é um acumulador de vida-energia; é um veículo condutor da Vida ou Prâna (na linguagem sânscrita). Trata-se de uma corrente da vida que se dirige e se distribui e com regularidade pelos corpos, conforme a capacidade do organismo. Este Princípio está simbolizado pelo ponto cristal de que se serviu Prometeu para guardar alguns elementos dos raios de Sol que animou a estátua de barro, por Ele esculpida. É também o fator que perpetua os tipos orgânicos do homem e dos demais Seres viventes, determinando seus limites e estruturas, logo, moldando as formas orgânicas, assim como os caracteres típicos da espécie e da raça. É o agente que preside e envolve, as formas orgânicas e regula sua vitalidade. O desequilíbrio deste vital promove a enfermidade, a doença, a morte. O Raio X afeta, diretamente, a tessitura deste corpo, desta estrutura. Muitos tem-se prejudicado com a ação do Raio X , infravermelho e outros tratamentos dessa natureza. Este corpo, era denominado pelos Gnósticos de Pneuma. Quando as pessoas se tornam enfraquecidas ele passa a ser brilhante, esplendoroso, toma uma irradiação enorme. Quando estão com boa saúde, Ele se contrai, some na estrutura física. Poderíamos dizer, sem receio de errar: quando se trata de uma enfermidade do duplo etérico, corpo vital, pode ser curado com preces, passes magnéticos, banhos... de vez que a doença está, por assim dizer, na periferia. Possui uma colaboração violácea, de vez que esta estrutura tomou forma definida na Cadeia Lunar. Por isso dizem as teogonias antigas: o Homem é Selenita, porque seu corpo foi organizado na Cadeia Lunar. Esta estrutura predominava naquele grande Ciclo da Vida. Na Atlântida, nas lutas, nas guerras, foram aplicados raios lunares, a fim de destruir o duplo etérico do inimigo, uma forma de Bomba Atômica, energia nuclear dos nossos dias. Vamos tentar dar um exemplo, a fim de esclarecer o que viemos escrevendo, numa linguagem um pouco estranha para os ocidentais. No corpo humano há, no centro da cabeça, uma glândula denominada de: Glândula Pineal ou Hipófise, a qual tem como contraparte como elemento vital, dinâmico, o Centro de Força Coronal, senão o Lótus de mil pétalas, a caverna de Brahma, de Deus. Na linguagem teosófica chama-se Chakra Coronal. Chakra quer dizer roda, o que gira circularmente, é uma espécie de dínamo gerador de força, de energia. Chakra Coronal é muito bem representado no halo existente na cabeça dos Santos. A tonsura, a coroa, tem sua origem, sua expressão simbólica no chakra ou centro de Força Coronal. Na fronte há a glândula Pituitária (Hipófise) que corresponde ao Chakra Frontal, lótus de 96 pétalas. Para defender este Chakra, ou Centro de Força, os Faraós, usavam na frente um emblema, com uma serpente. As figuras dos Deuses Indus, de Buda possuem uma pérola, uma pedra preciosa na fronte, justamente para simbolizar este Centro de Força. Em correspondência com o Laríngeo, tireoide, há o Chakra Laríngeo (Lótus de 16 pétalas). Em relação com o coração há o Chakra Cardíaco ou Lôtus de 12 pétalas, com a simbologia dos 12 Signos do Zodíaco. No umbigo há o Chakra Umbilical que mantém a vitalidade nas mãos, quando se acham em estado de gestação. Por isso o cordão umbilical mantém a vida do feto, posto que além do cordão físico, há outro subjetivo, o qual, segundo os Mestres no assunto, mantém a ligação da criança com a progenitora até a idade de 7 anos (Lótus de 10 pétalas). Há o Chakra do Baço. Neste órgão, também denominado de Centro de Força da vitalidade, está ligado à placenta que é um órgão, essencialmente condensador de vida. Envolvendo este centro de força há uma rede vital mantenedora de controle de natureza. Os médiuns - do espiritismo, geralmente possuem essa rede rompida, destruída, por isso servem para receber as almas dos desencarnados... O uso da mediunidade prejudica a saúde, porque esta rede destruída e o Chakra Frontal neutralizado (Chakra do Baço ou Lôtus de 7 pétalas). Temos finalmente, no cóccix, o Chakra Raiz que preside os órgãos da criação, da geração, onde reside a Força de Kundalini, que é também denominada de Poder do Espírito Santo. Este Chakra Raiz e o do Baço - como fogo e água - produzem a humanidade promovedora da geração da germinação. Esta energia Kundalini mantém a vida física, logo, é o poder gerador universal em ação. Certos Faraós do Egito consideravam a geração, o ato da fecundação, como sendo dignos de respeito... No caso, poderíamos dizer: Deus está agindo como poder criador (Lótus de 4 pétalas). Pelo que observamos, todos esses elementos se acham localizados na estrutura vital, como parte dinâmica do corpo físico, material. As criaturas humanas sentem os efeitos da ação de todos esses órgãos, desse sistema de vida, mas desconhecem as causas, porque não as veem no microscópio... A nossa Ciência estatística, codifica os efeitos, mas, às vezes, não penetra nas causas, isto porque as pesquisas são realizadas a três dimensões, enquanto que as causas se acham à QUARTA, QUINTA dimensões... Logo, recomenda-se não aceitar como verdade absoluta tudo que se lê, se ouve a primeira vista. O melhor conselho para o caso: Ouvir, Ler, Ver, Calar, Meditar, Pensar para tirar as conclusões próprias como fruto de sua realização... evolução... Coluna Eubiose: Todas as quarta-feiras. Copyright© Sociedade Brasileira de Eubiose® - SBE Todos os direitos reservados. Proibida alteração no texto. Permitida a reprodução, desde que sejam citados fonte e autor. Matéria extraída da Série Divulgação da Sociedade Brasileira de Eubiose SBE. www.eubiose.org.br e www.mosaicosdonovociclo.com.br e
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