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ILUSTRADO
Terça-feira, 25 de Novembro de 2014, 20h:41

EUBIOSE

Iniciação Teosófica IX

Sebastião Vieira Vidal
Especial para o Diário de Cuiabá
Dizem os nossos amigos “Lembrar é viver” e “Relembrar é Reviver”. Pensamos, com efeito, expor alguns aspectos da História de nossa Obra, com intuito de esclarecer seus admiradores e simpáticos à Missão que desposa no Mundo Profano. Disse JHS, supremo Orientador de nossa Instituição, em suas maravilhosas publicações:O nome por excelência para designar o trabalho do nosso Movimento devido o sentido de síntese – é “Missão Y“, em virtude dessa designação simbólica abranger as duas “Américas“: a do Norte e a do Sul. O “Y“ representa os dois caminhos: O Solar e o Lunar... Não foi debalde: A Lei do destino escolheu para a história do descobrimento do Novo Continente os nomes: Cabral e Colombo. Os que apareceram depois nas placas americanas expressam “Naus Menores“ que vieram na esteira das suas caravelas, aproveitando o caminho aberto, por aqueles dois imortais os quais não eram deste Mundo”. As Leis naturais executam o plano das realizações e os homens vão aprender analisando o que já foi executado. Nas aulas anteriores, 1 e 2, estudamos a manifestação da Vida Universal, através as Três Ondas de Vida: Idâ (Luna), Pingalâ (Solar) e Suchumna a síntese das duas, ou seja, a parte Central encapando as duas anteriores. De modo análogo deu-se o acontecimento do descobrimento das Américas. Tomando-se, por base, o Equador, à guisa de energia Suchumna, a parte central, e dividindo-se o Mundo com o símbolo do Segundo Trono tivemos um interessante acontecimento. Partindo do estreito de Gibraltar - as Colunas de Hércules - da velha Ibérica, há, por assim dizer, uma linha mater: o Equador. Do lado direito do equador - o hemisfério Norte - Colombo, simbolizando Pingalâ, descobriu as América, indo ter as Antilhas (as Atlantes - Ilhas, Atlantilhas...). Em 1.500, Cabral (expressando Idâ) rumou pelo lado esquerdo do Equador e seguindo as proféticas correntes marítimas, distanciou da sua rota com destino às Índias, descobrindo o Brasil, a maior parte da América do Sul. Mesmo porque a outra parte (do Pacífico) já era conhecida e trabalhada. Estes dois nobres navegadores representaram, pois, os dois Olhos do Eterno, de Deus... fitando o Novo Mundo, portador da sublime Missão de fundar, criar o novíssimo Mundo, senão, a América do Sul, Pátria do Avatara do ciclo de Aquários. De modo que a Sociedade Teosófica Brasileira - cujo nome de Guerra é “Missão Y” apresenta duas faces, dois ciclos bem distintos, bem definidos: Ciclo de Vida Espiritual, subjetiva e de Vida Social, de Vida Humana. O primeiro poderíamos denominar de subjetivo, isto é, desconhecido para o Mundo, para os seres vulgares vivendo na Face da Terra. Este ciclo vai do ano de 1899 ao ano 1924. Neste período de 25 anos empenhou-se JHS na construção subjetiva, no preparo do Movimento antes de ser lançado entre os homens. Preparou, atentamente, as suas bases para depois apresentá-lo ao público. O segundo ciclo compreende o período entre os anos de 1924 a 1949. Em 10 de agosto de 1924 foi fundada a Instituição, no aspecto Civil, com o nome de “Dhâranâ”, Sociedade Mental Espiritualista. Nesses 25 anos de luta e trabalho intensivo, o Mestre JHS realizou com os componentes da Instituição a Iniciação real. A 28 de maio de 1928, este nome foi mudado para “Sociedade Teosófica Brasileira” (hoje Sociedade Brasileira de Eubiose, nota do editor) em virtude de já ter findado a fase do Oriente. Com a designação de Sociedade Teosófica Brasileira, procurou trazer para o Ocidente, para o Brasil, as teorias da Ciência Iniciática das Idades. Trazer para o Ocidente os novos conceitos de: Ciência, Arte, Filosofia, Iniciação, Música, de Vida, Educação... Passou a exteriorizar os dons de que era portador deste o berço. Nesta fase - de um quarto de século - o Movimento polarizou-se: foi criado um setor Esotérico, a parte interna, os Mistérios Maiores, conhecimentos transcendentais, estudo das Revelações do Ciclo, da Filosofia do futuro... e Outro setor - Exotérico - de divulgação, profano, com a finalidade de propagar a teosofia vulgarizada. Com o intuito de reunir os teósofos da escola de Helena Petrovna Blavatsky numa frente única Espiritualista. Foram vivenciados, representados, executados vários métodos iniciáticos: Iniciação Caldáica, Assírica, Babilônica, Transhimalaiana, Chinesa, Hindu, Egípcia, Grega e Ocidental, até chegar às tradições ligadas aos Mistérios do Santo Graal. Coluna Eubiose: Todas as quarta-feiras. Copyright© Sociedade Brasileira de Eubiose® - SBE – Todos os direitos reservados. Proibida alteração no texto. Permitida a reprodução, desde que sejam citados fonte e autor. Matéria extraída da Série Divulgação da Sociedade Brasileira de Eubiose – SBE. www.eubiose.org.br e www.mosaicosdonovociclo.com.br e [email protected] Facebook: Eubiose Cuiabá

Edição EDIÇÃO 16967




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