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ILUSTRADO
Terça-feira, 09 de Abril de 2013, 20h:15

EUBIOSE

Do mesmo modo vamos encontrar o Papa Paulo VI

Sebastião Vieira Vidal e Margarida Estrela
Especial para o Diário de Cuiabá
Vemos os gênios que vieram dos fins do Século passado e princípio deste Século e que deram um empurrão extraordinário no conhecimento que está no mundo. Vejam, por exemplo, um fato que vem corroborar isto: é o Nascimento dos Dhianis Jivas. É, pois, dentro da própria Hierarquia do Avatara, é da verdadeira Família Dele que surgem Eles para dar um empurrão, causando um verdadeiro aceleramento, pela sua presença nas universidades, na compreensão, na capacidade de apreensão das novas gerações. É por isso que há uma verdadeira quebra, rompimento das barreiras preconceituosas, em todos os ramos da ciência e das artes. A presença Deles firma no homem, os dois mentais, tão falados pelo nosso Mestre e podem então surgir as Raças Bimânica e Atabimânica. Esse é, sem dúvida, o empurrão dado pelos Dhianis-Jivas, enquanto que aquela linha dos homens geniais, acelera, gravando no cérebro dos componentes da Humanidade, o que já era tradição em relação ao Avatara, mas que ainda não estava firmado nos mesmos, como conhecimento. Assim, alegoricamente, sete Sóis da verdadeira Família do Avatara luzem em sete pontos diferentes na Face da Terra, enquanto que, digamos, 111 Gênios -para usar um número cabalístico - trabalham para que o Avatara possa ser conhecido e reconhecido e, assim, preparam uma Humanidade feliz... É verdade que muitos, ainda, num estado de evolução bastante precário, como criaturas humanas, ao receberem esse caudal de conhecimento entrem em desajuste e o fim de ciclo, como não poderia deixar de ser, é bastante caótico. Nosso Grande Senhor J H S, conhecedor de tudo isso, repetia: “fim de ciclo, apodrecido e gasto”. E em sua repetição é como se estivesse dizendo: “Estarão percebendo em profundidade, o sentido de nossas palavras? Estarão percebendo a tormenta, o caos que será o fim do Século? ... Estarão imunizados contra o que vem por aí?”... Vemos, entretanto, quanto nos revoltamos e nos horrorizamos com a incompreensão que campeia pelo mundo, que muita razão tinha nosso Mestre J H S, na sua infinita Sabedoria, ao repetir sempre as suas frases de alerta porque, realmente, não estamos imunizados. É recordando todas essas passagens de nossa Iniciação, que ainda continuamos apreendendo seus Ensinamentos, nos imbuindo de sua Didática Eubiótica. Assim também, é observando toda essa unidade de trabalho, que podemos chamar de universal, por ser o Trabalho da Obra do Eterno, que vamos entender o que disse como “FRENTE ÚNICA E ESPIRITUALISTA”. Uma só moeda, uma só linguagem, um só padrão monetário e uma só religião: a Religião-Científica, ou seja, a religião ligada à ciência. Do mesmo modo vamos encontrar o Papa Paulo VI revolucionando a Igreja Católica e ninguém compreendendo o porquê... Nosso Mestre já em 1924, ao fundar Dhâranâ, dando entrevista aos jornais da época, preconizou que o Oriente, neste Século, se fundiria no Ocidente. O Papa Paulo VI, com o Concílio Ecumênico e com o Sínodo de Bispos, está quebrando a tradição secular da Igreja Católica. Esta vai tomando os ares da desorganização em que se acha nosso Século. Quanto à fusão do Oriente no Ocidente, vamos encontrar o trabalho daquele Gênio que foi Jung, em sua psicologia complexa, indo buscar o conhecimento filosófico oriental, como base para o conhecimento da criatura humana ocidental, posto que trabalhava neste hemisfério. E o melhor livro de alquimia dos tempos modernos, é deste Psicólogo. Resumindo: depois de lembrarmos todas essa passagens, percebemos porque nosso Grande Mestre dizia: “Desejo que os Membros da minha Obra, não tenham o mesmo modo de pensar, de raciocinar que os homens da rua, os profanos”. Era, com efeito, como se nos estivesse implorando, que nos aprofundássemos no espírito de suas palavras. Dava exemplo: ao primeiro grupo por Ele fundado, chamou “Samyama”; ao segundo, “Dhâranâ”; ao terceiro, “Sociedade Teosófica Brasileira”. Desejou, a certa altura, que passasse a ser o “Grande Ocidente do Brasil”, mas, este nome foi mal usado, perdeu o efeito... Entrementes, enquanto fazia a diferença entre teosofistas e teósofos, começou a dar conhecimentos com o título de “EUBIOSE” . Surgiu, naturalmente, o nobre neologismo, desenvolvendo todo um conjunto de leis, do conhecimento do futuro. Sabia que o nome Teosofia, começava a constituir uma barreira para o trabalho do discípulo, no mundo. A palavra estava cediça. Tinha sido mal usada. Tornava-se necessário, para expressar a Filosofia do Futuro, uma palavra digna dela, daí o “neologismo”... Lembremos que Ele gostava de - embora preferentemente dando o título de Sociedade Teosófica Brasileira - frisar então, que Teosofia era igual a Sabedoria Iniciática das Idades, Religião-Sabedoria, Religião-Ciência. Não estava, com isto, dando uma demonstração de que era necessário não confundir a sua Filosofia com seita religiosa? ... Por isso explicava a raiz da palavra religião: do verbo Religare... Assim sendo, as novas diretrizes baseiam-se nas velhas diretrizes de nosso Grande Mestre J H S. Estarmos preparados, imbuídos de suas revelações, mas cada qual, pelo menos dentro de seu cabedal de conhecimentos científicos ou artísticos, traduzindo para o mundo, com as suas palavras ou linguagem de cada um, o conhecimento da Eubiose ou da Filosofia do Futuro. Copyright© Sociedade Brasileira de Eubiose® - SBE – Todos os direitos reservados. Proibida alteração no texto. Permitida a reprodução, desde que sejam citados fonte e autor. Matéria extraída da Série Cultural da Sociedade Brasileira de Eubiose – SBE. Coluna Eubiose: Todas as quarta-feiras. www.eubiose.org.br e www.mosaicosdonovociclo.com.br e [email protected] facebook: Eubiose Cuiabá Entrementes, enquanto fazia a diferença entre teosofistas e teósofos, começou a dar conhecimentos com o título de “EUBIOSE”

Edição EDIÇÃO 16961




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