O Movimento Cultural Espiritualista em que está empenhada a Sociedade Teosófica Brasileira (hoje, Sociedade Brasileira de Eubiose, nota do revisor), é conhecido pôr diversos nomes, entre eles o da MISSÃO DA SÉTIMA SUB-RAÇA, designação, aliás, de autoria do Arauto e Polígrafo espanhol, Dr. Mário Roso de Luna, membro nº 7 desta Obra, senão, membro honorário da STB e grande militante na formação da citada Sub-Raça. Por que o Dr. Roso de Luna escolheu essa designação para o nosso Movimento Espiritualista? Sete representa o último escalão da evolução da criatura humana, e também, a designação do Sétimo Princípio a que deve atingir todo o homem, realizador da Iniciação Real. Em primeiro lugar, cumprimos o dever de esclarecer nossos leitores: Sub-Raça, não tem o sentido dado vulgarmente, de raça inferior, com poucos dotes intelectuais e pouca capacidade de realização. Tem, pois, outro sentido mais nobre do que vulgar. Toda evolução é realizada através de ciclos, senão ciclos fechados, completos... Há por exemplo, um ciclo denominado de Raça-Mãe, o qual é subdividido em sete menores. Cada um ciclo menor corresponde a um grau evolucional. O sétimo grau é o mais esplendoroso. Por exemplo: no primeiro grau, o estudante conquista a harmonia da estrutura física, constituída dos sistemas: ósseo, nervoso, circulatório, respiratório, glandular, cérebro-espinhal e o sistema de NADIS; localizado no cérebro com ramificações na coluna vertebral. A desobstrução dos Nadis, constitui um trabalho importante para o progresso da criatura humana. NADIS - é um termo da língua sânscrita, significando vaso (veia ou artéria); órgão condutor de correntes vitais e de forças sutis que circulam no corpo humano. Os Nadis sagrados, são os que correm ao longo do corpo, pela coluna vertebral. Seis deles são conhecidos da ciência humana positiva, e outro há, situado perto da vértebra cervical, denominado de Atlas, este é desconhecido. A Taraka Raja Yoga, fala nos seis, sem fazer menção ao sétimo, considerado, pois, sagrado. Sagrado porque está em função nas criaturas de grande evolução, de nobre estirpe. Há, sem dúvida, quatro Nadis inferiores e três superiores. Para se ter uma ideia perfeita dos Nadis, vamos citar um pálido exemplo: A Doutrina Secreta de H.P.Blavatsky e outro Mestre desses nossos ensinamentos, falam nos nomes de IDÂ, PINGALÂ E SUSHUMNA. São três nomes que servem para designar três correntes vitais, conduzindo a vida através da medula e, consequentemente, da coluna vertebral, as quais se refazem dos hálitos vitais pelas narinas. A corrente vital denominada IDÂ , age na parte esquerda do corpo humano, e é mantida pelo hálito que nela penetra pela narina esquerda, age sobre o nervo simpático esquerdo, percorrendo todo o corpo até o loto de mil pétalas, no vértice da cabeça. - Pingalâ: Este NADI age na parte direita do corpo humano. Trata-se de uma corrente vital que age do lado direito da medula espinhal e se relaciona com o coração. Esta corrente funciona no meio do corpo humano. Parte do centro da cabeça - glândula pineal - passa pela ponta do nariz, coração, umbigo e órgão criador físico. É uma espécie de meridiano que, correndo pelo meio do corpo, no sentido da cabeça para os pés, divide o corpo humano em dois hemisférios: do lado direito é denominado de PINGALÂ e do esquerdo de IDÂ. Quando a energia IDÂ e PINGALÂ agem simultaneamente, há saúde, a parte fisiológica está equilibrada. Quando a energia e IDÂ, o hálito vital que sai das narinas, torna-se mais forte, mais violento do lado esquerdo, isto é, pela narina esquerda. Quando a energia é PINGALÂ, o hálito vital é mais forte do lado direito. Quando é SUSHUMNA, torna-se mais suave, quase imperceptível e, neste caso, o hálito vital flui pelas duas narinas, na distância de uns dois dedos apenas. A energia SUSHUMNA, vibra nas horas nobres, por exemplo: ao meio dia, quando o sol está perpendicular à Terra. Os ocultistas dizem: IDÂ é uma energia lunar, PINGALÂ é uma energia solar e SUSHUMNÂ está acima ou é superior as duas. Na história de Ali-Babah e os quarenta ladrões, há um episódio: - quando queriam se esconder, gritavam ABRE-TE SÉSAMO e a pedra, a porta do esconderijo se abria e entravam. Nosso Mestre JHS interpretou este ato como sendo ABRE-TE SUSHUMNA, senão, funcione SUSHUMNÂ. No sentido de que SUSHUMNÂ é uma energia superior, capaz de abrir a misteriosa pedra ou porta do esconderijo dos históricos ladrões... Sim, uma história de ladrões, mas na verdade, trata-se de uma sublime iniciação. Esta expressão em verdade tem o sentido: ABRE-TE, DESPERTA-TE SÉTIMO PRINCÍPIO, Sétimo Sentido, para dar entrada à Consciência Universal, à Divina Ideia que é Deus no Homem, para que possa ter o conhecimento integral da Vida em todos os setores, com todos os seus mistérios. De modo que a Sétima Sub-Raça é aquela que possui, funcionando, o Sétimo Sentido. Aquele que possui vibrando sobre a cabeça o halo de santidade, o halo da iluminação. Explicando com outras palavras: - primeira Sub-Raça é o ciclo em que predomina na Humanidade o primeiro sentido; - segunda Sub-Raça é o ciclo em que predomina o segundo, e assim pôr diante, a sétima é o ciclo em que predomina o Sétimo Sentido. O componente da Sétima Sub-Raça, tem os sete sentidos desenvolvidos, logo, possui a Chave dos Conhecimentos, que é proporcionada pôr SUSHUMNÂ funcionando plenamente, posto que é senhor de todos os mistérios e poderá decifrar todos Eles. É um elemento realizado. Podem observar: horas há em que funciona o hálito da narina esquerda (IDÂ), outras há em que é o hálito da direita e, em certas horas, age SUSHUMNÂ... Na hora de SUSHUMNÂ, devem-se realizar meditações, yogas, fazer preces, comungar cada qual com seu Deus Interior. Se formos estabelecer uma comparação com noções musicais, poderíamos dizer: - as energias IDÂ (narina esquerda) e PINGALÂ (narina direita) e SUSHUMNÂ (pelas duas simultaneamente), expressam os três acordes respiratórios na pauta da vida. De maneira que, pôr esse processo, pode o homem harmonizar-se com a vida universal, tendo dest arte uma vida Eubiótica. Nossa escola pode chamar a este último sentido de Y e o nosso Movimento Cultural Espiritualista de Missão Y. Por que? - O Y em sentido inverso representa o nariz e as duas narinas. Esta letra, na posição normal, expressa a coluna vertebral e o cérebro com as duas faces, posterior e anterior. É algo como se fosse uma Taça com o pedestal, posto que simboliza a Cabeça, sublime Taça que guarda a essência do Conhecimento, onde se gera a inteligência. A Demanda do Santo Graal, da Taça do Santo Graal, repetimos, quer dizer: - O Ser Humano luta, luta, luta para conquistar o sétimo princípio, a Taça é a própria cabeça humana preparada para entender a Sabedoria, com o sétimo princípio funcionando plenamente. Muito bem, a alma buscando o Espírito, a Personalidade buscando a Individualidade, a Personalidade identificando-se com o inconsciente Coletivo, com o EU UNIVERSAL, penetrando nos mistérios do grande e imenso Mundo. Se nossa Escola tem como escopo permitir aos seus membros a busca do Santo Graal, da Taça, do mistério Y, da Consciência Universal, lógico deveria ter a designação de MISSÃO Y. Esta Missão equivale a dizer o trabalho para permitir à criatura humana conquistar a Consciência Superior, vivendo no Mundo de SUSHUMNÂ. No Ocidente, dão ao Sétimo Princípio o nome de Princípio Crístico. No Oriente, em sânscrito, é o Princípio Átmico. Atmã é o nome do Hálito Divino, da Vida Una que se manifesta através de SUSHUMNÂ. O estado de SUSHUMNÂ permite ao praticante desenvolver a Vontade, Inteligência e Emoção abstratas... divinas ou outro qualquer nome. Conhecedor do assunto, Mahatmã Ghandi, escolhia o meio dia para fazer as suas meditações, orações... tal como diziam os ingleses. A guisa das 12 horas, estava Ele funcionando com a energia do meio do corpo ou da parte central do Globo Terrestre. Digamos, o fuso Zenith-Nadir, o sentido do Céu e Interior da Terra. Essas três energias foram personificadas pelos gregos como sendo as 3 Hipóstases do Logos Criador; pelos cristãos, como sendo as 3 Pessoas da Santíssima Trindade; pelos indús, como sendo a Trimurti Brahmã, Shiva e Vishnú, as 3 qualidades de matéria: SATWA, RAJAS e TAMAS; Corpo, Alma e Espírito. Nosso Orientador JHS, para forçar, para estimular os NADIS a funcionarem harmonicamente, ensinou exercícios respiratórios, aliás, muito simples: de pé, inspirar pela narina esquerda (IDÂ) guardar o ar nos pulmões, o máximo que puder; expirar pela narina direita (PINGALÂ) e, em seguida, deixar os pulmões com a menor porção de ar possível, quase vazios. Em seguida repetir o mesmo processo respiratório: inspirando pela esquerda e expirando pela direita, mantendo o ar nos pulmões e fora dele. Isto é, divide-se a respiração em quatro tempos. Este exercício tem pôr fim transformar a criatura humana de lunar em solar, promovendo a transformação da estrutura física em psíquica. Quando os pulmões estiverem cheios de ar, o praticante poderá realizar as afirmações: TAT TWAN ASI; Eu sou Ele; Eu sou o meu Deus e meu Deus está em mim. GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA ÀS CRIATURAS HUMANAS QUE RECONHECEM DEUS MANIFESTADO EM TODAS AS COUSAS E NO SEU INTERIOR. Coluna Eubiose: Todas as quarta-feiras. e e
[email protected] Coluna Eubiose: Todas as quarta-feiras. e e
[email protected] e e
[email protected] e e
[email protected] Coluna Eubiose: Todas as quarta-feiras. Copyright© Sociedade Brasileira de Eubiose® - SBE Todos os direitos reservados. Proibida alteração no texto. Permitida a reprodução, desde que sejam citados fonte e autor. Matéria extraída da Série Divulgação da Sociedade Brasileira de Eubiose SBE. www.eubiose.org.br e www.mosaicosdonovociclo.com.br e
[email protected] Facebook: Eubiose Cuiabá