Os conselheiros entrevistados chegaram a mencionar que não teriam problemas em se identificar, para responder as perguntas e discorrer suas críticas. Apesar disso, nossa proposta de anonimato foi mantida, também, pelo fato de que alguns conselheiros são candidatos à reeleição, o que poderia tornar desconfortável qualquer comentário mais arrojado. O que se pode perceber, ao escrever e ler esta reportagem, é que o Conselho Estadual de Cultura, nos últimos dois anos, cumpriu o seu papel. Os conselheiros eleitos pela categoria, em seus depoimentos, deram a entender que agiram com lisura e, nas conversas com eles, mostraram boa preparação técnica embasados em conhecimentos teóricos a respeito de gestão e produção cultural. Todos os quatro mostraram-se pessoas idôneas e tudo leva a crer que suas atuações tenha se pautado em valores éticos. Mostraram-se pessoas comprometidas para com o coletivo cultural de Mato Grosso. E também deixaram claro que o Conselho Estadual de Cultura precisa evoluir para cumprir suas funções de uma forma mais digna e justa para com os anseios de toda a classe.