Esta é uma data profundamente mágica, em que nenhum Iniciado deve perder as oportunidades de realizar rituais, missas, práticas mágicas, e, até mesmo, simples orações feitas com veneração à Divina Mãe Natura. Esta é uma noite em que as numerosas lendas fantásticas são unânimes em ensinar que é um período em que se abrem, de par em par, os invisíveis Portais do outro lado do espelho: o brilho da Luz sobre os lagos encantados
permite-se o acesso às cidades subterrâneas, aos castelos das mestras do fogo, aos palácios encantados dos unicórnios e dragões sagrados, libertam-se de suas ataduras as rainhas, princesas e infantas e suas crianças, para que brinquem e passeiem no mundo dos humanos
afloram aos olhos daqueles que creem enxames de raros espíritos e entidades elementais amparados na obscuridade misteriosa dessa noite, tão comentada pelos iluminados Tritemo, Paracelso e Samael. As damas das nuvens, dakinis do mistério tibetano com seus olhos azul-celeste, olham para a terra e aguardam ternamente o galã que as desposará de forma santificada. As galinhas de ovos de ouro vêm ao mundo físico para ciscar na terra sacralizada dessa noite mágica. Azrael, o anjo do espelho, passeia na noite cor azul-chumbo, à espera de conversar com algum sacerdote gnóstico inspirado. As plantas venenosas perdem, momentaneamente, seu poder e as salutíferas multiplicam suas virtudes aos que as colhem amorosamente. Os djinn misteriosos das cavernas e das areias gritam e tocam suas cornetas de chifres nos desertos da Arábia Feliz, chamando os crentes para adorar e, sempre, relembrar o Todo-Poderoso. Os meninos dos fetos-machos abrem seus grandes e brilhantes olhos e observam, alegremente, os que realizam o ritual sagrado no exato instante das doze badaladas. Definitivamente, a atmosfera se carrega com um alento sobrenatural que impregna cada lugar mágico do planeta. Este é o momento propício para estremecermos a alma, colocarmos nossos filhos e netos no colo e narrar-lhes nossos contos, histórias e lendas juninas que saírem de nossa memória. Na Noite de São João Batista, se não pudermos realizar nenhum ritual na mata ou no templo-lumisial, oremos ao patrono cristão desta data, São João, por três vezes consecutivas: São João, São João, São João, me dê pão. E João Batista (o guardião interno do Selo de Samael) atenderá seu pedido, dando a você o Pão da Sabedoria
E no dia seguinte a essa data, deve-se reverenciar a agradecer ao Cristo-Sol e a seu anunciador, o Batista, pelas bênçãos recebidas. Deve-se meditar no Cristo João e refletir por que Ele é o guardião do Mundo dos Elementais, do mundo Jinas, onde floresce a videira do Senhor. http://www.gnosisonline.org Coluna Arte real, neste espaço todos os domingos. O presente artigo pode ser encontrado em toda a sua íntegra na Revista Arte Real, uma publicação e comercialização de assinaturas da Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso. www.glemt.org.br
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[email protected] As galinhas de ovos de ouro vêm ao mundo físico para ciscar na terra sacralizada dessa noite mágica.