O presidente do Operário, Wendel Rodrigues, disse que ficou decepcionado com a atitude do goleiro Everton Perereca, que na semana passada assinou com o clube e no começo desta semana pediu sua liberação para defender o Campinense da Paraíba. No meu entender Perereca agiu de má-fé com o Operário, pois ele pediu R$ 5 mil para assinar, o que equivalia o salário de um mês com vencimento dia 10 de fevereiro. Troquei o cheque pagando 10 por cento mais transferência de 500 reais para regularizar o jogador, disse. Wendel disse que para liberar o jogador queria os R% 5 mil de volta. Eu nem conheço a mãe de Perereca e ontem (anteontem) recebi um telefonema de uma senhora se identificando como mãe dele me ameaçando, que se eu não o liberasse poderia até se esconder dentro de uma barriga de peixe que seria encontrado, comentou Rodrigues, que acrescentou: eu não assumi as dívidas anteriores do Operário e aos jogadores que estou contratando estou assumindo compromisso a partir da assinatura de contrato, não de dívidas passadas como o jogador disse que tinha a receber do clube, frisou. O dirigente disse ainda que acertou com mais três reforços: os atacantes Asprila, ex-Mixto, e Welinton, ex-Cuiabá, mais o meia Jackson, que defendeu o Operário no ano passado e estava no Sertãozinho (SP). Outro jogador que procurou o dirigente foi o zagueiro Marcelo Caixa DÁgua, que havia acertado com o Ceilândia (DF) e está de volta.