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ESPORTES
Quinta-feira, 07 de Agosto de 2008, 21h:40

BASQUETE

Oscar assiste a jogo-treino e deseja sorte para as meninas

Não deve ter sido fácil para as meninas da seleção brasileira de basquete disputar o amistoso contra a Nova Zelândia, ontem, com o cestinha Oscar Schmidt na arquibancada do ginásio Shijingshan. Mesmo na condição de comentarista da Rede Globo, o ex-jogador, com cinco Olimpíadas nas costas, entrou na quadra, pediu para o técnico Paulo Bassul reunir o grupo e despejou palavras de incentivo para a estréia contra a Coréia do Sul, que será disputada às 4h45 (de Mato Grosso) de sábado. A seleção está concentradíssima para a estréia. As jogadoras não vão aos desfile das delegações na cerimônia de abertura dos Jogos. "Eu só fui a um também. E até recusei ser porta-bandeira em Seul/1988 para ficar concentrado no quarto. Olimpíada é assim mesmo, sacrifício", ensinou Oscar. Com tamanha experiência, Oscar acredita que a equipe brasileira tem boas condições de chegar entre as quatro melhores do mundo, o que não seria pouco para um elenco que sofreu uma reformulação drástica nos últimos anos e enfrentou uma série de contratempos até chegar a Pequim, com divergências internas e cortes de última hora. "Vocês são demais. Estão aqui defendendo as cores do Brasil todos nós sabemos de que maneira. Estou torcendo muito por vocês, que precisam acreditar na possibilidade. Cada uma tem de fazer a sua parte, e um pouquinho mais", disse o cestinha. Na arquibancada, de onde acompanhou a apertada vitória brasileira por 76 a 74, Oscar reverenciou o retorno de Adrianinha, que não disputou o Pré-Olímpico de Madri. "O time é outro com ela na quadra. Gosto muito dessa menina. Ela é rápida e inteligente. A equipe com ela é outra."

Edição EDIÇÃO 16962




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