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Quarta-feira, 01 de Agosto de 2012, 20h:59

BASQUETE FEMININO

Meninas do Brasil acumulam mais uma derrota em Londres

Sem conquistar uma medalha olímpica desde 2000, quando foi bronze em Sidney, a Seleção Brasileira feminina de basquete continua fracassando em Londres. Após ser derrotada por França e Rússia nas rodadas iniciais, a equipe nacional foi superada pela Austrália por 67 a 61, na Arena de Basquete, ontem, e ficou em situação complicada no Grupo B, onde ainda mede forças com Canadá e Grã-Bretanha. A principal jogadora do embate foi a pivô australiana Elizabeth Cambage, de 2,03m, que garantiu um double-double com 17 pontos e dez rebotes, sendo todos defensivos, durante os vinte e três minutos que esteve em quadra. Quem também exerceu função fundamental na vitória das atuais vice-campeãs olímpicas foi a armadora Lauren Jackson, responsável por 18 pontos. Com este resultado, o Brasil chegou aos três pontos e ocupa a quinta colocação do Grupo B dos Jogos Olímpicos de Londres. Já a Austrália, que venceu seu segundo jogo na competição em território britânico, ocupa a vice-liderança, com cinco pontos. Apenas as quatro melhores seleções de cada chave garantem vaga nas quartas-de-final. A Seleção Brasileira volta à quadra amanhã, também às 9h30, quando mede forças com o Canadá, enquanto as atletas australianas enfrentam a Rússia, às 6h15. Masculino - A seleção brasileira masculina de basquete sabe que no próximo duelo dos Jogos Olímpicos, contra a Rússia, hoje, às 9h45, os erros cometidos diante da Grã-Bretanha não podem se repetir por se tratar de um rival direto na busca por uma vaga nas quartas de final. Os jogadores brasileiros preferem não lembrar a partida contra a Grã-Bretanha, na qual, segundo Tiago Splitter, "o melhor foi a vitória". Todos consideram que o primeiro quarto da partida, quando só anotaram quatro pontos, é uma "lembrança negativa". "Nunca vi coisa igual", disse o treinador da seleção, o argentino Rubén Magnano. A falta de concentração foi o principal rival do grupo na partida contra os anfitriões, e a seleção tem consciência de que contra a Rússia, que assim como o Brasil tem duas vitórias em dois jogos, precisa haver maior consistência de jogo. O Brasil não terá vida fácil, já que dois atletas da Rússia aparecem como os melhores do torneio. Andrei Kirilenko é o maior cestinha da competição, com 51 pontos anotados em duas partidas, enquanto Alexey Shved é o melhor em assistências, com 19 em dois jogos.

Edição EDIÇÃO 16962




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