ESPORTES
Quinta-feira, 12 de Junho de 2014, 20h:46
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ARGENTINA
Higuain não participa de treino
O treinador Alejandro Sabella voltou a escalar a Argentina com Ezequiel Lavezzi no ataque e Gonzalo Higuaín no banco no treino de ontem. O técnico já havia feito o mesmo no dia anterior. Higuaín se recupera de uma lesão no tornozelo esquerdo e está sendo poupado durante treinos físicos. Outro atacante, Rodrigo Palacio, não participou do treino com bola e é dúvida para a estreia na Copa, no domingo), às 18h, no Maracanã, contra a Bósnia. Ele também lesionou o tornozelo esquerdo, no amistoso contra Trinidad e Tobago, semana passada. A Argentina treinou com Romero; Zabaleta, Garay, Federico Fernandez e Rojo; Gago, Mascherano e Di María; Messi, Lavezzi e Aguero. Surpreendidos - Os jogadores argentinos ficaram surpresos com a recepção que receberam em Belo Horizonte. Foram aplaudidos na chegada à cidade, na última segunda. Cerca de 7.000 pessoas foram ao treino aberto, na quarta. Torcedores invadiram o gramado apenas para chegar perto de Messi. Um deles se ajoelhou em frente ao atacante. "Sabemos da rivalidade, mas a recepção foi muito boa e somos muito agradecidos às pessoas por terem nos recebido desta forma", disse o zagueiro Ezequiel Garay, que atua pelo Benfica, de Portugal. Ele deverá ser titular na estreia da seleção contra a Bósnia, domingo, no Maracanã. Antes do embarque ao Brasil, o técnico Alejandro Sabella havia dito que no Mundial deste ano a Argentina seria mais visitante do que o normal. O que pode até acontecer no decorrer do torneio. Especialmente se cruzar o caminho do time de Luiz Felipe Scolari. O jornal "New York Times" realizou enquete pela internet que apontou a Argentina como a seleção que terá a maior torcida contrária. Mas até agora os atletas têm recebido apenas carinho. "Surpreende pela rivalidade sul-americana. Mas vendo os jogadores que há neste elenco, é normal que se sinta carinho pelos jogadores", constatou o volante Lucas Biglia. Eles apenas não se espantaram com perseguição dos invasores de campo a Messi no estádio Independência. "Os outros ficaram tranquilos. Sabiam que queriam apenas a Leo", observou Biglia. "Não se vê o melhor do mundo todos os dias e quando as pessoas têm essa chance, querem uma camisa, qualquer coisa", completou Garay. Em todos os dias de treino, torcedores argentinos e brasileiros estão na portaria da Cidade do Galo em Vespasiano (27 km de Belo Horizonte), esperando pela chance de ver algum jogador.