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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007, 20h:17

Ex-jogadores lamentam a morte do maior artilheiro do Verdão

“Ídolo jamais será esquecido. Bife conseguiu unificar o reconhecimento do torcedor mato-grossense ao defender os dois maiores clubes da Capital e ser respeitado pelas duas torcidas”, disse o técnico Carlos Henrique Pedroso, o Mosca, com quem jogou no Operário na década de 70. Para Carlos Orione, presidente da FMF, que conheceu o maior artilheiro do futebol mato-grossense quando ainda jogava no futebol amador em Campo Grande (MS), o ex-atacante é um ícone no futebol do Centro-Oeste e sempre será lembrado com muito respeito. Já o jornalista Macedo Filho, que fez um vídeo contando a história do grande matador, disse que Bife foi e sempre será lembrando com o maior goleador de Mato Grosso e uma pessoa de caráter. “Para nós, que amamos o futebol, fica até difícil dizer alguma coisa sobre este verdadeiro craque que tinha um algo a mais que nem sei explicar. O futebol está de luto”, diz. O ex-goleiro Washington Nogueira Dornelles, 54, lembrou que deve muito ao companheiro e amigo Bife. “Vim para Mato Grosso em janeiro de 72 por convite dele. Sou de Aquidauana, onde conheci os familiares dele e jogamos juntos na equipe do Guanandi”, lembrou. Washington veio com Bife para jogar no Operário em 72. “Ganhei dois títulos com ele no Operário. Depois fui para o Mixto e ele permaneceu em Várzea Grande. É uma grande perda”, contou. O folclórico ponta esquerda Odenir Moreira do Nascimento, o Upa, Neguinho, conta que tinha muito respeito pelo compadre Bife. “Em nossa época, jogávamos juntos e saíamos juntos para farrear com nossas namoradas. Fico muito triste que tenha terminado assim dessa maneira”, concluiu.

Edição EDIÇÃO 16967




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