ESPORTES
Quarta-feira, 11 de Junho de 2014, 21h:58
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FESTA NO ITAQUERÃO
Estrangeiros fazem a festa na véspera da abertura da Copa
A Arena Corinthians recebeu um grande número de torcedores estrangeiros ontem que prometem estar na abertura da Copa do Mundo
MARINA GALEANO
Da Folhapress São Paulo
Cores e sotaques se misturaram nos arredores do Itaquerão ontem, véspera da abertura da Copa. Turistas de diversos lugares do mundo dividiam as calçadas com um bom número de brasileiros e jornalistas de várias nacionalidades. Em todo canto, havia um grupo de torcedores paramentados, exibindo as bandeiras de seus países e, claro, tirando muitas fotos. "Chi-le, Chi-le!", "Mé-xi-co!" e até "Vai, Corinthians" eram alguns dos gritos entoados pelo público, composto também por hondurenhos, colombianos, venezuelanos, argentinos, entre outros. "A cidade é muito bonita, organizada. As pessoas são atenciosas, prestativas", disse Margaret Jaramillo, 21, que trabalha como administradora na Colômbia. Ela veio ao Brasil com familiares para assistir aos jogos da seleção colombiana. Seu único desejo, no momento, é que o time "siga em frente" na competição. Acompanhado de mais três amigos, o hondurenho Jaime Girón, 40, ficou encantado com São Paulo. "É muito organizada e limpa", afirmou. Apesar de concordar com os elogios do compatriota, Luis Castillo, 41, lamentou a ausência do clima da Copa na cidade. "Está tudo muito apagado. Não sinto o movimento do Mundial." Sobre o time de Honduras, sua expectativa é que "joguem como homens". Por volta das 14h30, uma "procissão" de torcedores se dirigiu ao estacionamento da avenida Radial Leste, à espera da seleção brasileira. Quando o ônibus chegou, cerca de duas mil pessoas fizeram a festa para a equipe comandada por Felipão. Últimos ajustes - Ao contrário do que ocorreu terça-feira, quase não foi possível notar a presença de trabalhadores no Itaquerão nesta quarta. Apenas os responsáveis pela jardinagem externa da arena ainda estavam por ali. A previsão era de que terminassem o trabalho até às 15h, mas, antes das 15h, eles já tinham deixado a área. Um operário também fazia os últimos ajustes na lona que esconde a estrutura metálica da passarela sobre a Radial Leste e insistia em se desprender.