COL usa elogio antigo para rebater as críticas da Fifa
Após o alerta do presidente da Fifa, Joseph Blatter, ontem, sobre a preocupação com os atrasos do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014, a CBF respondeu publicando nota em seu site oficial com elogios feitos pelo dirigente máximo do futebol mundial durante congresso realizado no início do mês. É muito bom ver o comprometimento e progresso feito pelo Comitê Organizador Local, disse Blatter segundo o comunicado oficial da divulgado pela Confederação Brasileira de Futebol, que tem como presidente Ricardo Teixeira, o mesmo mandatário do Comitê Organizador Local (COL). Segundo a entidade brasileira, assim como Joseph Blatter, os outros executivos da Fifa também demonstraram satisfação com o grau adiantado de várias áreas de preparação do Comitê Organizador em comparação a edições anteriores da Copa do Mundo de futebol. Curiosamente, foi exatamente o contrário que o presidente da Fifa declarou ontem, quando alegando que o Brasil está mais atrasado do que a África do Sul e mostrou preocupação com os problemas encontrados em São Paulo e Rio de Janeiro também para a Copa das Confederações. O Brasil está atrasado em relação à África do Sul neste mesmo período. Faltam três anos para o Mundial e dois para a Copa das Confederações e, em 2007, os sul-africanos estavam mais adiantados do que os brasileiros estão agora, afirmou Blatter. É necessário acelerar os preparativos, pois a Copa do Mundo será amanhã, e os brasileiros estão pensando que será depois de amanhã. O COL declarou que com o contrato do estádio de São Paulo confirmado, o próximo passo da entidade é a realização do sorteio para as eliminatórias da Copa do Mundo, que será realizado no dia 30 de julho. Com o contrato do estádio de São Paulo concluído e todos os estádios para a Copa do Mundo FIFA agora confirmados, podemos lançar o foco sobre os aspectos operacionais das preparações do torneio, com atenção especial ao nosso primeiro evento importante em solo brasileiro - o Sorteio das Eliminatórias, que ocorre em menos de quatro meses, afirmou Ricardo Teixeira.