ESPORTES
Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011, 18h:55
A
A
VÔLEI
Agora será a vez de vencer a Venezuela
Invicta no Sul-Americano que está sendo disputado em Cuiabá, a seleção brasileira enfrenta hoje, como favorita, os venezuelanos
A seleção brasileira de vôlei não jogou ontem pela Copa Sul-Americana de seleções, que está sendo disputada no ginásio Aecim Tocantins. Mas os jogadores não tiveram folga. O técnico Bernardinho aproveitou para forçar um pouco mais nos treinamentos e no trabalho em uma academia da cidade. A intenção era uma só: melhorar o ritmo de jogo dos brasileiros para as duas últimas partidas da competição, hoje, às 11h, diante da Venezuela e o duelo de amanhã, também às 11h, diante da Argentina, equipe que a exemplo do Brasil também está invicta. Bernardinho não poupou ninguém e avisou que era necessário aprimorar os fundamentos. Segundo ele, a seleção apesar de ter enfrentado até agora adversários mais fracos, mostrou vários erros de fundamentos que não pode continuar nos dois próximos jogos. Os dois jogos que faltam Venezuela e Argentina são mais difíceis. É preciso estar bem para não sermos surpreendidos, justificou. "Não podemos tropeçar contra a Venezuela. Temos que jogar bem e fazer uma boa partida, porque isso significa uma preparação correta para o jogo contra a Argentina, que é a nossa principal preocupação", completou Bernardinho, após o treino de ontem pela manhã, no Aecim Tocantins. "Fizemos um trabalho de saque e passe e alguns ajustes de ataque, mas não dá para fazer muito coisa a partir de agora. O calor é muito forte e os jogadores já estão cansados", destacou o técnico da seleção brasileira. Os jogadores também seguem o mesmo pensamento do comandante técnico e lembram que o objetivo é sempre vencer. Mas ninguém esconde que a maior preocupação é muito mais o jogo de domingo contra a Argentina do que a partida desta manhã diante dos venezuelanos, que ontem não tiveram trabalho para derrotar o Uruguai por 3 sets a 0 (25/14, 25/22 e 25/13). O central Lucão ressalta a força dos argentinos, mas mas lembra que primeiro é preciso passar pela Venezuela, que perdeu para Colômbia e Argentina neste Sul-Americano. "A Venezuela tem um histórico bom, principalmente dentro do continente, e é uma equipe que sempre apresenta dificuldades ao Brasil. E, depois, enfrentamos a Argentina, que é o principal adversário. O campeonato está gradativo, com o nível melhorando a cada partida e acredito que continue assim, com a Venezuela sendo o segundo time mais difícil que enfrentaremos na competição", disse Lucão. O levantador Bruno falou sobre os dois últimos adversários do Brasil nesta edição de Sul-Americano. "A Venezuela tem um time novo, que não conhecemos muito. É uma equipe que não disputou as últimas competições internacionais. Hoje vamos estudar o time deles para acharmos a melhor forma de jogar. No entanto, o mais importante é continuar buscando a nossa evolução para a partida de domingo contra a Argentina". (Com Assessoria)