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Terça-feira, 22 de Maio de 2012, 20h:52

VLT mais próximo

Mais uma etapa para o construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá foi dada ontem com a publicação no Diário Oficial da empresa escolhida para tocar o mais importante empreendimento de infraestrutura da história desta quase tricentenária capital. O consórcio VLT Cuiabá – composto por cinco empresas, entre elas C.R. Almeida S/A, Santa Bárbara Construções e CAF Brasil - foi o melhor classificado na avaliação da Secopa e será habilitado para a última etapa da licitação da obra do VLT, que começa amahã com a realização da sessão para o recebimento dos documentos de habilitação do consórcio vencedor. A partir deste momento, fica aberto então um prazo para recursos dos concorrentes. A proposta vencedora foi a que apresentou o menor preço, R$ 1,47 bilhão e foi a segunda colocada no quesito técnico, porém com uma margem mínima para a segunda colocada, o consórcio que reuniu a construtora Mendes Junior, a portuguesa Soares da Costa e a multinacional de origem francesa Alstom. O terceiro posto ficou o consórcio Tranvia. A última colocação coube ao Expresso Verde, consórcio que apresentou o orçamento mais elevado: R$ 1,85 bilhão. Antes do início das obras, alguns entraves ainda terão que ser enfretados e vencidos. O primeiro é a questão do custo final da obra. Atualmente o governo de Mato Grosso dispõe de R$ 1,2 bilhão em financiamentos garantidos para a realização do empreendimento. Porém, a prosposta vencedora ficou R$ 270 milhões acima do valor disponível por Mato Grosso. O governador Silval Barbosa ainda acredita que há espaço para a redução nos custos para a implantação do modal e já determinou estudos nesse sentido para os técnicos do governo. Caso não seja possível a redução no preço da obra, a alternativa em gestação pelo governo de Mato Grosso prevê o adiantamento do porcesso licitatório para a concessão de operação do serviço, cabendo ao vencedor arcar com os recursos necessários para cobrir a diferença. É importante que estes entraves sejam resolvidos o mais breve possível para a imediata assinatura do contrato entre o consórcio vencedor e o governo de Mato Grosso. Só então poderá ter início a obra que, pelo contrato, terá que ser realizada no prazo de 24 meses. A construção do VLT em Cuiabá será o maior legado que a Copa do Mundo de 2014 pode deixar para a capital dos mato-grossenses. E faltam apenas 25 meses para o início do Mundial, o que não nos dá margem para nenhum erro até julho de 2014. A construção do VLT em Cuiabá será o maior legado que a Copa do Mundo pode deixar para a cidade

Edição EDIÇÃO 16960




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Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
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