ECONOMIA
Quarta-feira, 04 de Março de 2009, 20h:15
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FEIRA DO PORTO
Varejista ganha terminal do BB
Vida facilitada nos próximos dias no maior centro varejista de Cuiabá, o Mercado do Porto. O governador Blairo Maggi anunciou, na tarde da última terça-feira, durante uma vista às instalações, a implantação de um terminal eletrônico do Banco do Brasil. A visita por todas as seções da Feira foi acompanhada do secretário de Fazenda, Eder Moraes, do prefeito Wilson Santos e da administradora do Mercado, Rosilma Tibaldo. A idéia da construção do terminal no local partiu do secretário Eder Moraes. Desde quando eu estava à frente da MT Fomento {Agência de Fomento do Estado} muitos feirantes me pediram a viabilização de um terminal eletrônico, e estamos tornando o pleito realidade, declarou Eder. Ainda neste mês, em um dos pontos mais frequentados de Cuiabá, que além de frutas, verduras, carnes e muitos produtos da culinária regional, o terminal estará em operação. Segundo a administração da Feira, de segunda a quinta-feira a movimentação de capital atinge cerca de R$ 350 mil. Já nos dias nobres do local, de sexta a domingo, o volume em circulação é duplicado e atinge algo em torno de R$ 750 mil. A Feira do Porto fica aberta de segunda a sábado das 5h às 20h. Aos domingos o horário de atendimento é das 5h às 13h. Durante a visita, o governador, o prefeito da Capital, Eder e os demais secretários do Estado, como Yuri Bastos Jorge (Turismo), Yênes Magalhães (Planejamento) e José Aparecido dos Santos, o Cidinho (MT Regional) tomaram caldo de mocotó reunidos em uma só mesa. CRISE - Questionado sobre a ameaça de algumas empresas em abandonar o Estado caso não fosse reduzido o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o secretário Eder Moraes negou que vá diminuir alíquotas, lembrando que o ICMS de Mato Grosso é um dos menores do país. Nesta semana, o pedido pela redução foi feito pelo segmento pecuário, após o anúncio de que novos frigoríficos fecharam as portas no Estado. O próprio governador já havia, de pronto, descartado a possibilidade de reduzir o ICMS sobre o boi em pé vendido para outros estados de 7% para 2%.