NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Quinta-feira, 11 de Junho de 2026

ECONOMIA
Terça-feira, 23 de Novembro de 2010, 20h:19

EFEITO MORALES

Envio diário de gás natural continua sem data para MT

Mesmo com garantias bolivianas, ainda há expectativa para anúncio

MARIANNA PERES
Da Editoria
Um mês após o anúncio do governo boliviano de que há compromisso político em honrar os contratos já firmados de fornecimento de gás natural a Mato Grosso, a retomada de despachos diários ao Estado permanece sem data. Segundo o governador Silval Barbosa, que esteve pessoalmente em contato com o governo do país vizinho, em outubro, não existe nenhuma novidade sobre o assunto. “Continuamos no aguardo, mas espero em breve ter boas notícias para vocês”. No dia 21 de outubro, o governo boliviano, por meio do presidente executivo da Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), Carlos Villegas, anunciou durante coletiva de imprensa que reuniu a imprensa boliviana e mato-grossense, em Santa Cruz de la Sierra, que a Petrobras tem a anuência da YPFB para incluir Mato Grosso como cliente e, assim, restabelecer o mercado local de gás natural. Villegas afirmou que todas as principais tratativas que circundam o fornecimento da matéria-prima ao Estado estão em consonância entre os dois governos e que em breve a estatal brasileira estará entregando ao Estado 2,2 milhões de metros cúbicos diários, dos 30,8 milhões que são remetidos ao Brasil todos os dias à Petrobras. Um aditivo ao contrato, que é a inclusão do Estado como cliente da Petrobras e as formas de se atender Mato Grosso, é a única etapa pendente do processo para que na prática Mato Grosso volte a receber gás em quantidade suficiente para ativar as turbinas da usina térmica de Cuiabá, a Mário Covas, desativada há três anos por falta do combustível.

Edição EDIÇÃO 16960




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL