Segundo o secretário de Desenvolvimento Rural, Neldo Egon, a suinocultura comercial mato-grossense encontra-se em franco processo de expansão com a adoção de tecnologia de ponta, possibilitando a conquista de mercados. Nós estamos fazendo o trabalho de prevenção. O Brasil não conta com nenhum caso da doença, mas estamos preparados. Estamos trabalhando junto com o Instituto de Defesa Agropecuária (Indea/MT). O rebanho suíno estadual possui mais de 1,3 milhão de cabeças. Atualmente o Indea/MT conta com 138 Unidades Locais de Execução nos municípios e cinco postos fiscais nas principais vias de acesso do Estado. A entidade já desenvolve em parceria com Superintendência Federal da Agricultura (SFA/MT), o Programa de Sanidade Suídea. A fiscalização conta com dispositivos para conferir segurança sanitária aos confinamentos suínos que devem ser registrados e periodicamente monitorados para o risco de doenças infectocontagiosas. FACTUAL - O pânico gerado pela falta de informação sobre a gripe suína deve afetar o consumo da carne de porco no Brasil, mas somente no curto prazo, acredita o secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, João de Almeida Sampaio Filho. Segundo ele, tão logo haja mais esclarecimento sobre a doença, a demanda por carne suína deve voltar ao normal. Enquanto isso, ela pesa sobre os preços de soja, milho e trigo ontem, em dia de baixas dos preços dessas commodities.