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Wellington acha que o apoio de Bolsonaro seria fundamental para ele, na disputa pelo Governo de MT, em 2026
A base do Governo Mauro Mendes (União) está festejando as medidas cautelares - como uso de tornozeleira eletrônica - imposta a Jair Bolsonaro (PL) pelo STF, na sexta-feira (18).
A leitura dos mauristas é de que a punição - sem se contar que ele vai ser julgado por tentativa de golpe e pode ser preso - ao ex-presidente ameaça as candidaturas do PL nos estados. Principalmente, para o Executivo.
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Pré-candidato a governador, o senador Wellington Fagundes (PL) seria o maior prejudicado. Aliado ao fato de que ele nao é consenso no entorno de Bolsonaro.
Aliados de MM acham que a crise no bolsonarismo viabiliza o projeto da base - não da maioria, diga-se - governista, que defende a candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Palácio Paiaguás.
Wellington Fagundes, obviamente, não enxerga esse quadro. Até minimizou o impacto das medidas restritivas de Bolsonaro nas eleições de 2026.
“Não, uma coisa não tem nada a ver com a outra. O bolsonarismo não deixará de existir nunca. A força do bolsonarismo é muito grande. No Brasil, e muito mais em Mato Grosso ”, disse.
O senador sofre resistência da parte dos "bolsonaristas-raíz" e não seria tolerado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
De qualquer forma, ele continua se esforçando para agradar Bolsonaro.
Como, por exemplo, aumentando as críticas ao STF, afirmando (sem provas) que não houve tentativa de golpe e que o ex-presidente é "o maior líder político" do Brasil.




