Reprodução
Um dos fundadores do Comando Vermelho em Mato Grosso, Sandro da Silva Rabelo tem condenações que ultrapassam 200 anos de reclusão
A Operação "Tolerância Zero", deflagrada pelo Governo de Mato Grosso para combater as facções criminosas. deixou o bandido Sando Louco injuriado.
O chefe do Comando Vermelho no Estado tratou de dar o troco: planejou uma rebelião dentro da Penitenciária Central, em Cuiabá.
Leia também:
Influencer promovia CV e extorquia comerciantes em MT, diz Polícia
A Inteligência da Polícia Civil identificou um bilhete em que Sandro Louco ordenava a rebelião dentro da unidade prisional.
Foram encontrados sete celulares em sua cela e ele recebeu mais de 140 ligações da esposa em apenas 19 dias.
Além disso, controlava o “Mercadinho da PCE”, gerando um lucro mensal de R$ 75 mil.
Por isso, a Justiça de Mato Grosso justificou a transferência de Sandro Louco para o Raio 8 da PCE, após a Coordenadoria de Inteligência da Polícia Civil descobrir que ele planejava
O Raio 8 da PCE funciona em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), uma espécie de “solitária”.
Um dos fundadores do Comando Vermelho em Mato Grosso, Sandro da Silva Rabelo tem condenações que ultrapassam 200 anos de reclusão pelos crimes de falsificação, roubo, homicídio, latrocínio, sequestro, cárcere privado e posse ou porte de arma de fogo.
A Polícia Civil revelou que o preso utilizava familiares, amigos e advogados para delegar tarefas criminosas e manter sua autoridade.
Há, ainda, registros de que ele contratou um hacker para inserir dados falsos no sistema do Judiciário, incluindo um alvará de soltura fraudulento.
Sandro Louco é natural de Cuiabá, onde ele lançou a "semente" do Comando Vermelho.
Ele é membro do “Conselho Final” e exige o cumprimento rigoroso do estatuto da facção.
Em 2000, foi preso por roubo a banco em Várzea Grande e protagonizou sua primeira fuga da Penitenciária Central do Estado - à época, Presídio do Pascoal Ramos -, de onde saiu pela porta da frente, levando arma de policiais.




