NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Sábado, 20 de Junho de 2026

CUIABÁ URGENTE
Quinta-feira, 05 de Março de 2026, 11h:00

BANDIDAGEM EM FAMÍLIA

Foragida e perigosa, mulher de 34 anos é líder do Comando Vermelho em MT

Da Reportagem

PJC - Reprodução

GCCO - Angeliquinha

Angélica Saraiva de Sá, 34 anos, conhecida como "Angeliquinha", alvo da GCCO, está entre os principais nomes da cúpula do Comando Vermelho em MT

O principal alvo da Operação Showdown, deflagrada pela Polícia Civil de MT, nesta quinta-feira (5), é Angélica Saraiva de Sá, 34 anos, conhecida como "Angeliquinha".

Ele é líder de um núcleo familiar ligado à facção criminosa Comando Vermelho, em Alta Floresta (803 km ao Norte de Cuiabá).

Leia também:

Operação desarticula núcleo familiar ligado ao Comando Vermelho

O bando está envolvido em tráfico de drogas, lavagem de mais de R$ 20 milhões em dinheiro e divulgação de jogos de azar, no Norte de Mato Grosso.

Em 2025, a bandida foi condenada a quase 100 anos de prisão por assassinato, ocultação de cadáver e por integrar a facção criminosa. Ela é da cúpula do CV no Estado.

Angeliquinha cumpria pena na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, de onde fugiu acompanhada de outra presidiária, na madrugada do dia 17 de agosto de 2025.

Desde então, está foragida e é considerada de alta periculosidade.

Ela é acusada de mandar executar membros do PCC (Primeiro Comando da Capital), principal rival do CV, em 2022

A operação desta quinta-feira teve 31 mandados judiciais, sendo quatro de prisão, sete de busca e apreensão, seis de sequestros de veículos, quatro sequestros de imóveis, sete bloqueios de contas bancárias e três suspensões de pessoa jurídica.

Além de Angélica, os alvos foram a filha dela, Kauany Beatriz, 20 anos; o namorado de Kauany, Guilherme Luareth, 24; e o pai de Angeliquinha, Paulo Felizardo, 52 anos.

Angeliquinha - CV

 


Edição EDIÇÃO 16967




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL