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Quarta-feira, 02 de Outubro de 2024, 08h:00

FOLHA CORRIDA

Em Mato Grosso, 11 candidatos a prefeito ou a vereador foram presos

Da Redação

Reprodução

Paulo Henrique - prisão

O vereador cuiabano Paulo Henrique foi preso por uma força-tarefa no dia 20 de setembro

Pelo menos 11 candidatos que disputam as eleições municipais deste ano em Mato Grosso já foram presos.

Do total, 3 tentam se eleger prefeito e dois presidentes de Câmara tentam a reeleição, segundo levantamento do jornal A Gazeta.

Eles estão envolvidos e foram acusados de homicídios ou tentativa, seja como mandante ou executor, estupro de vulnerável, ligação com facção e organização criminosa, grilagem de terra, obstrução de justiça, entre outros. 

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Os candidatos com antecedentes criminais incluem: Mariano Balabam (PSB), Gaspar Lazari (PSD), Iron Marques Pereira (PRTB), Chico 2000 (PL), Júnior Mendonça (PT), Zé Guia (PSD), Nicássio Barbosa (MDB), Paulo Henrique (MDB), Wallace Guimarães (MDB), Vanderson Alves Nunes (Novo), Antônio Valdenir Caliare (União) e Gleidson de Almeida Dias (PL). (Gazeta)

Em Rosário Oeste, Mariano Balabam (PSB), foi acusado de tentar matar um trabalhador rural em Lucas do Rio Verde, em 2007. 

Outros dois candidatos que também foram presos concorrem em Confresa: os ex-prefeitos Gaspar Lazari (PSD) e Iron Marques Pereira (PRTB).

Lazari foi preso em 2019 pela Policia Federal por obstrução de Justiça. 

Também já foram presos os presidentes da Câmaras de Cuiabá, Chico 2000 (PL), e de Rondonópolis, Júnior Mendonça (PT). Chico 2000 ficou 9 dias detidos em 2016. Ele foi acusado de estupro de vulnerável de sua enteada. 

Quem também busca ser eleito vereador em Juscimeira, é Zé Guia (PSD), que foi preso em 2019, por crime que cometeu na década de 1980. 

A vítima era pai do ex-deputado federal Valtenir Pereira (MDB). Zé Guia, que é ex-prefeito do município, foi condenado em 2001 e sentenciado em 2004.

Nicássio Barbosa (MDB), irmão do deputado Juca do Guaraná (MDB), foi preso sob acusação de mandar matar um suplente de vereador em Cuiabá, em 2000.

Ele foi preso em 2005.

Também neste mês, o vereador de Cuiabá, Paulo Henrique (MDB), foi preso por ligação com o Comando Vermelho, segundo investigação da PF. 

Em Várzea Grande, o vereador Pablo Pereira (União) foi preso por um suposto esquema no Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Ele foi solto 3 dias depois.

O ex-prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (MDB), já foi preso por porte ilegal de arma. 

Ele disputa uma vaga de vereador.

Já os presos pelos atos golpistas de 8 de janeiro também buscam se tornar vereador.

São eles: Vanderson Alves Nunes (Novo), em Cuiabá; Antônio Valdenir Caliare (União), em Juína; e Gleidson de Almeida Dias (PL), em Juara.


Edição EDIÇÃO 16955




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