NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 16 de Junho de 2026

CUIABÁ URGENTE
Segunda-feira, 01 de Janeiro de 2024, 12h:44

TROCA DE PARTIDOS

Com mudança, irmãos Campos podem compor a base do presidente Lula

Da Redação

Divulgação

Jayme e Júlio Campos

Os irmão Campos miram o recém-criado PRD, que deve compor a base do petista Lula

Figuras imporantantes da política de Mato Grosso - como os deputados estaduais Júlio Campos e Dilmar Dal'Bosco e o senador Jayme Campos - que ensaiam deixar o União Brasil podem "cair nos braços" do Governo Lula (PL).

Leia também:

Fávaro prepara mudanças na Agricultura. Numero 2 da pasta na lista

Descontentes com o comando do governador Mauro Mendes, esses caciques admitiram abandonar o barco. E o ancoradouro seria do PRD (Partido Renovação Democrática).

Segundo a coluna Radar, do jornal Folha de S.Paulo, apesar de ser resultado da fusão do bolsonarista PTB com o direitista Patriota, o recém-criado PRD se define como uma legenda de centro.

Segundo seu presidente, Ovasco Resende, não está descartado nem mesmo o apoio pontual ao Governo do presidente Lula.

"O PRD é um partido de centro, que tem como foco, melhorar cada vez mais a qualidade de vida do cidadão brasileiro. O Governo terá sempre o nosso apoio naquilo que for para o bem do nosso país", afirmou Resende. 

Ele diz que, em sua primeira eleição, neste ano, o partido terá candidatos a prefeito "no maior número possível de municípios", mas evita dizer quantos serão.

"O número de candidatos será definido nas composições políticas de cada município", declarou.

Em Mato Grosso, Júlio, Jayme e Dilmar apoiaram Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022, a pedido de Mauro Mendes.

Na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, neste ano, os irmãos Campos são aliados do deputado estadual Eduardo Botelho, que está deixando o União e deve se filiar ao PSD do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.


Edição EDIÇÃO 16962




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL