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Os irmão Campos miram o recém-criado PRD, que deve compor a base do petista Lula
Figuras imporantantes da política de Mato Grosso - como os deputados estaduais Júlio Campos e Dilmar Dal'Bosco e o senador Jayme Campos - que ensaiam deixar o União Brasil podem "cair nos braços" do Governo Lula (PL).
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Descontentes com o comando do governador Mauro Mendes, esses caciques admitiram abandonar o barco. E o ancoradouro seria do PRD (Partido Renovação Democrática).
Segundo a coluna Radar, do jornal Folha de S.Paulo, apesar de ser resultado da fusão do bolsonarista PTB com o direitista Patriota, o recém-criado PRD se define como uma legenda de centro.
Segundo seu presidente, Ovasco Resende, não está descartado nem mesmo o apoio pontual ao Governo do presidente Lula.
"O PRD é um partido de centro, que tem como foco, melhorar cada vez mais a qualidade de vida do cidadão brasileiro. O Governo terá sempre o nosso apoio naquilo que for para o bem do nosso país", afirmou Resende.
Ele diz que, em sua primeira eleição, neste ano, o partido terá candidatos a prefeito "no maior número possível de municípios", mas evita dizer quantos serão.
"O número de candidatos será definido nas composições políticas de cada município", declarou.
Em Mato Grosso, Júlio, Jayme e Dilmar apoiaram Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022, a pedido de Mauro Mendes.
Na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, neste ano, os irmãos Campos são aliados do deputado estadual Eduardo Botelho, que está deixando o União e deve se filiar ao PSD do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.




