NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Segunda-feira, 08 de Junho de 2026

CUIABÁ URGENTE
Sábado, 06 de Setembro de 2025, 13h:49

"GENTE DE BEM"

Arcebispo de Cuiabá é alvo de ataques de ódio da extrema-direita

Da Redação

Divulgação

Dom Mário Antonio

O arcebispo Dom Mário Antônio da Silva, que tem sido alvo de ataques de ódio por parte da extrema-direita bolsonarista, em Mato Grosso

Desde o começo da semana, o arcebispo metropolitano de Cuiaba, dom Mário Antonio da Silva, tem sido alvo de ataques de ódio, nas redes sociais.

Para surpresa de ninguém, a intolerância parte de extremistas da direita bolsonarista, que aproveitaram a ocasião para acusar a Igreja Católica de defender o comunismo.

Na verdade, a agressão ao arcebispo atinge a Arquidiocese, que trata de um ato público que ocorre há 30 anos no país. o "Grito dos Excluíidos".

Leia também:

Grito defenderá soberania e bolsonaristas pedirão anistia

“Estamos na semana da cidadania. Quero convidar você para participar do Grito das Excluídas e Excluídos do Brasil. Queremos caminhar na temática soberania e democracia pela casa comum. Brasileiras e brasileiros, unamo-nos pela vida e dignidade em toda a nossa pátria”, afirmou o arcebispo, em vídeo.

O ato ocorre neste domingo, feriado de 7 de setembro, em Cuiabá.

Após a publicação do vídeo, a postagem foi invadida “cidadãos de bem” que costumam usar as redes para incitar o ódio e exaltar a própria ignorância.

Entre as muitas mensagens de bolsonaristas destacaram "cristianismo não combina com comunismo” e “Deus nos salve do comunismo”.

O Grito dos Excluídos foi criado em 1995, inspirado pelas Semanas Sociais, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Campanha da Fraternidade, daquele ano, como contraponto ao Grito da Independência.

O ato busca dar visibilidade às vozes silenciadas da população pobre e denunciar as diversas formas de exclusão social.

Veja post:

  


Edição edição 16957




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL