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CIDADES
Sábado, 29 de Dezembro de 2007, 12h:10

Vida e morte do jornalista tiveram ligação com avenida

A partir de 1969 até 1993, a trajetória de vida e morte de Archimedes Pereira Lima esteve diretamente ligada à indústria de bebidas que ele fundou. Foi na avenida Arquimedes Pereira Lima, à época já batizada com seu nome, que ele morreu de acidente de carro no dia 21 de outubro de 1993, por volta das 10h30, quando retornava da fábrica. A antiga “estrada do Moinho”, aberta para permitir o transporte das máquinas até a fábrica, virou rodovia federal, extensão da BR-364, e chegou a ser prevista como um complemento do primeiro rodoanel que afastaria da área central os veículos de transporte de carga. Entretanto, por causa de litígios imobiliários, os planos de ligar a BR-364 - do trevo que hoje dá acesso ao Bairro Tijucal - até a Avenida Miguel Sutil no Pedregal, saindo ao lado da gráfica Atalaia, foi interrompido menos de 800 metros antes, ainda no Jardim Leblon. O engenheiro civil Archimedes Pereira Lima Neto recorda que para fazer com que as máquinas da cervejaria chegassem à fábrica foi aberta uma estrada e construída uma ponte de madeira entre o bairro Boa Esperança e o terreno onde era erguida a fábrica. O nome estrada do Moinho originou-se do córrego que corta a avenida sobre o qual fizeram a ponte. (AA)

Edição EDIÇÃO 16968




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