CIDADES
Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011, 20h:07
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Risco de febre amarela é maior em alguns estados
Aqueles que pretendem passar seu período de descanso na praia, por exemplo, deve ficar atento à hepatite A, cuja transmissão ocorre pela ingestão de água e alimentos contaminados pelas fezes de pessoas doentes. Já aquelas que gostam de cachoeiras, matas e florestas, antes de botar o pé na estrada devem consultar o site do Ministério da Saúde e verificar se seu destino é para alguma área de risco de febre amarela. As áreas de risco abrangem os estados do Norte e Centro-Oeste, partes do Nordeste (todo estado do Maranhão, Sudoeste do Piauí, Oeste e Extremo-Sul da Bahia), do Sudeste (todo estado de Minas Gerais e boa parte de São Paulo) e do Sul (centro-oeste dos estados do Paraná e Santa Catarina e quase todo o estado do Rio Grande do Sul). Só ficam de fora os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Sudeste), Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará (Nordeste). E quem pretende viajar para o exterior deve redobrar a atenção quanto ao país que irá visitar, pois, segundo a médica Isabella Ballalai, mais da metade dos casos de poliomielite no mundo ocorre em países que já estavam livres desta doença, como é o caso das Américas, que atualmente são consideradas livres desta doença. Outra doença que ameaça as viagens internacionais é o sarampo. Mesmo considerado sob controle no Brasil, a doença continua causando surtos em outros países, inclusive nos desenvolvidos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), foram registrados na Europa neste ano de 2011 cerca de 30 mil casos de sarampo em 36 países. Desde total, 83% ocorreram na Europa Ocidental, onde foram registradas nove mortes e mais de sete mil internações. Já o Equador enfrenta um surto de sarampo, com mais de cem casos. (KA)