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CIDADES
Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2016, 21h:20

INTERMUNICIPAL

Procon cobra Ager a planilha de custo do transporte Cuiabá-VG

ALINE ALMEIDA
Da Reportagem
O Procon Estadual, órgão de defesa ao consumidor, cobra da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) a planilha do custo da tarifa no transporte intermunicipal entre Cuiabá e Várzea Grande. Segundo a superintendente do Procon Gisela Simona, antes da sessão regulatória que deve determinar o custo da tarifa do intermunicipal, a Agência deveria realizar uma audiência pública para conhecimento do cálculo tarifário. Gisela lembrou que a tarifa planilha aplicada para reajuste na capital, não é a mesma utilizada pelo intermunicipal. Portanto, segundo a superintendente do Procon, novo valor da tarifa R$ 3,60, pode não ser o mesmo que os dos coletivos que operam entre Cuiabá e Várzea Grande, onde o serviço é prestado pela União Transportes. “Não tivemos acesso a informação alguma. O valor pode ser maior ou menor. O Procon quer acesso a esta planilha para constatar se há irregularidades ou não; se houver, iremos pedir revisão”, afirma Gisela Simona. A superintendente confirma que encaminhou ofício à Ager solicitando a realização da audiência pública antes da sessão regulatória. Contudo, a sessão está marcada para hoje. A Ager por sua vez confirmou que a sessão para definir o valor deve sim acontecer. No entanto frisou que a audiência não é condição para definir o reajuste, portanto, nada que impeça que a definição seja tomada ainda hoje. Conforme a superintendente Gisela Simona Viana, o objetivo do Procon, enquanto órgão de defesa do consumidor, é garantir a transparência, a participação popular e o acesso à informação clara, precisa e ostensiva para a população sobre o reajuste tarifário. Para ela, todo e qualquer aumento de custo afeta de maneira substancial a vida do consumidor. “Em especial os serviços essenciais, que são aqueles que as pessoas não podem abrir mão, como é o caso do transporte público. No trecho Cuiabá - Várzea Grande, a situação é ainda pior porque a população não tem nem a oportunidade de optar por outro meio de transporte público”, confirma a superintendente. (Com Assessoria)

Edição EDIÇÃO 16962




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