CIDADES
Terça-feira, 15 de Junho de 2010, 21h:28
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COPA FEST
Praça tem local para informação e telão
A praça da República, um dos mais importantes centros de manifestações populares de Cuiabá, desde ontem se transformou no Copa Fest, um espaço provisório de futebol, cultura e entretenimento. Até a partida final da copa da África do Sul, que acontecerá no dia 11 de julho, os cuiabanos poderão assistir aos jogos, conhecer réplicas da taça e a história e curiosidades de todos os mundiais visitando o Museu das Copas, além de participar de brincadeiras relacionadas a essa paixão nacional que é o futebol. Além do museu itinerante no formato de uma bola de futebol, a Agecopa instalou na praça equipamentos para divertir crianças e adultos como peg gol, uma máquina na qual o torcedor entra em campo na posição de goleiro, penalti gol, com dois atletas em campo, além de cama elástica. No museu, o cuiabano fica sabendo, por exemplo, que apenas 13 equipes participaram da Copa de 1930, no Uruguai. A longa viagem transatlântica assustou os europeus. Dos mais de 40 países que formam à Europa apenas quatro participaram daquele mundial. Ou, ainda, aprender que até meados do século passado bola de futebol era conhecida como Bola de Capotão, costurada a mão com cadarço semelhante ao de tênis para permitir que a câmara de ar fosse introduzida. E, ainda, que no início do século XIX a bola que, nesta Copa está sendo motivo de queixa entre jogados por causa da qualidade, era confeccionada a partir da bexiga de boi. O vendedor Rondon Pereira Rego, 58 anos, que já assistiu diversas copas, considerou interessante a instalação do museu. Ele fotografou ontem todos os painéis para guardar como lembrança e mostrar aos parentes e amigos que não tiverem a oportunidade de visitar o local. Isso aqui é boa ideia, estou aprendendo muito, completou. O que chamou mais a atenção da estudante Daniela Campos, 20 anos, foi o painel sobre a seleção da Argentina, a eterna rival do Brasil. Ela disse que assistiu ao primeiro jogo dessa equipe e concluiu que os brasileiros não precisam temê-la. Acho que esses argentinos não são lá essa coisas, tudo o que estão falando, avaliou. (AA)