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CIDADES
Segunda-feira, 26 de Maio de 2008, 20h:49

SEGURANÇA PRIVADA

PF emite 26 autos contra empresas

Em cinco dias de realização da operação que visa coibir a prática clandestina de atividade de segurança privada, a Polícia Federal emitiu 12 autos de encerramento de atividades de segurança privada não-autorizada e 14 autos de encerramento de segurança orgânica não-autorizada. Desde o início da operação, no dia 19 de maio, os agentes da PF realizaram 106 diligências em sede de empresas de segurança clandestinas, instituições de ensino, condomínios e estabelecimentos comerciais. Os dados da PRF são referentes ao período entre 19 e 24 de maio. Todas as empresas de segurança privada devem ter autorização da PF para exercer as atividades. A Operação Varredura, como foi batizada a ação, tem como objetivo verificar quem está regular com a corporação. O cadastro e regularização junto à PF também valem para os empresários de outros segmentos que contratam vigilantes para que atuem diretamente na segurança de seus estabelecimentos, situação conhecida como segurança orgânica. Conforme o balanço feito pela Delegacia Especializada em Segurança Pública (Delesp), que coordena a operação, 18 notificações de contratação de serviços de segurança não-autorizados, 11 autos de infração foram lavrados, um mandado de busca e apreensão cumprido, além de dois flagrantes por porte ilegal de arma. Os agentes da PF também vistoriaram 60 estabelecimentos bancários e 15 carros-fortes. Segundo a delegada Luciana Midon Campos da Luz, diversos equipamentos utilizados em trabalhos de segurança clandestina foram apreendidos, como automóvel de empresas que tiveram as atividades encerradas, rádios, uniformes, canivetes, coletes balísticos, entre outros. As empresas que receberam autos de encerramento de atividades terão dez dias para apresentar defesa à Polícia Federal. Se mesmo após as explicações a decisão da corporação for por fechar a empresa, será lavrado procedimento criminal pela prática de desobediência, com possibilidade até mesmo de haver prisões em flagrante, caso as atividades irregulares continuem. (Com assessoria)

Edição EDIÇÃO 16960




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