Um oficial da Polícia Militar é acusado de promover uma orgia sexual juntamente com a esposa e uma amiga dela num motel da Capital que durou três dias. O casal teria ido embora e deixado uma conta de R$ 498 sob a responsabilidade da garota, que passou mal quando soube que tinha de pagar a dívida e acabou indo parar na Delegacia do Complexo do Planalto. O fato teria passado despercebido, caso a garota não tivesse denunciado à polícia que a orgia sexual foi regada a bebida alcoólica e o uso de drogas ilícitas. O caso foi parar na polícia porque o casal foi embora de madrugada sem pagar a conta e abandonou a garota no motel. A garota disse à polícia que ficou tonta e que queria ir embora para casa, mas foi impedida por funcionários do motel, que acionaram a PM. Na Delegacia do Complexo do Planalto, a mãe da garota teve que pagar a conta para que ela fosse liberada. Diante da denúncia de que havia drogas na suíte do motel, no bairro Centro América, o delegado plantonista Dinelson Pires solicitou uma perícia no local. Caso a perícia dê resultado positivo, o delegado promete instaurar inquérito para apurar quem fazia uso de drogas no quarto do motel. A princípio, há o crime de menor poder ofensivo, o de se negar a pagar a despesa. Como a mãe da garota saldou a conta, reduzimos a termos de declaração, explicou o delegado.