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CIDADES
Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011, 20h:05

RONDONÓPOLIS

Obra assegura a permanência do Samu

KAROLINE GARCIA
Diário Regional/ROO
Para assegurar a permanência da Central de Regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Rondonópolis, o município vai investir R$ 240 mil na construção da sede do Samu, com recursos próprios. A obra está em processo de licitação, conforme informação do coordenador-geral do Samu, Adriângelo Cruz Magalhães. Epicentro de uma discussão que vem se arrastando há tempos e intensificada nos últimos meses, o Samu tem, em média, conforme dados da coordenadoria, entre 25 e 30 atendimentos por dia, o equivalente aos atendimentos em Cuiabá e Várzea Grande. A decisão pela obra da central foi tomada após o aval do Ministério da Saúde (MS) para que o município tenha autonomia de decidir sobre a permanência ou não da central em Rondonópolis - e coloca um fim à possibilidade da transferência da Central de Regulação do Samu para o Estado. A obra será executada nos fundos do Batalhão do Corpo de Bombeiros, em função da parceira que já existe entre o Samu e o Batalhão. O coordenador revela que o MS não investe em construção ou reforma de unidades do Samu que estejam ligadas ao Corpo de Bombeiros, por isso a iniciativa do município em arcar com a construção. De acordo com Adriângelo, com a obra as dificuldades enfrentadas hoje pelo serviço, como a falta de estrutura apontada pelos profissionais para realização dos atendimentos, por exemplo, serão sanadas entre 80% e 90%. A nova estrutura receberá o investimento de R$ 102,4 mil para aquisição de tecnologia para o novo prédio por parte do MS. As definições foram tomadas durante encontro em Brasília, em que participaram representantes de todas as unidades do Samu de Mato Grosso, secretários municipais e representante da Secretaria de Saúde do Estado, juntamente com o coordenador nacional do programa de urgência e emergência do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso. VIATURAS - Outro ponto definido durante a reunião foi a falta de viaturas, que vinha sendo questionada tanto por profissionais, quanto pela população. Atualmente, Rondonópolis conta com sete viaturas especificamente para o programa de urgência e emergência implantado em 2005. No entanto, dados da coordenadoria mostram que quatro não funcionam, sendo que três estão em reforma – inclusive uma envolvida recentemente em um acidente.

Edição EDIÇÃO 16962




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