Esta semana, o Lar da Criança tinha 85 abrigados divididos em três grupos por faixa etária, porém no mesmo prédio. As crianças de zero a um ano e 11 meses dividem espaço similar. Numa outra divisão ficam as de dois a cinco anos e, perto dessas, estão as de seis a 12 anos. Para atendê-las, o Lar tem quase 200 servidores que se revezam em sistema de plantão. Além dos cuidadores, aqueles que estão em contato direto com as crianças todos os dias, a equipe dispõe de psicólogos, psicoeducadores, assistentes sociais, entre outros. Dessas 85 crianças, 19 são portadoras de necessidades especiais. Seis delas são neuropatas com graus diferentes de comprometimento cerebral. Também há autista, deficientes físicos e portadores de outras formas de transtornos. São todas crianças órfãs, abandonadas ou que foram retiradas das famílias porque estavam sendo vítimas de negligência e/ou maus-tratos. (AA)