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CIDADES
Segunda-feira, 11 de Junho de 2012, 21h:22

CASO MAIANA

Investigação está perto do fim

Está chegando ao final a investigação sobre a morte da adolescente Maiana Vilela Mariano, 16 anos, morta por asfixia em dezembro de 2011, supostamente a mando do “namorado”, o empresário Rogério Silva Amorim, 38. Para a delegada da Especializada de Homicídios (DHPP) Anaíde Barros, a confissão do pedreiro Paulo Martins, que supostamente cometeu o assassinato com a ajuda do amigo Carlos Alexandre Nunes da Silva, 30, e as interceptações telefônicas são suficientes para concluir o inquérito relatando como se deu a trama, quem são os envolvidos e a participação de cada um. Ontem à tarde a delegada ouviu a mãe de Rogério, dona Antônia Panta da Silva Amorim. Também prestou depoimento uma segunda pessoa, a mulher que morava na casa de Antônia, onde Maiana passou os últimos dias de vida. Os dois depoimentos pouco acrescentaram à apuração, mas reforçaram informações já levantadas em outros depoimentos, segundo a delegada. A mãe de Rogério, por exemplo, confirmou que o filho era amigo de Paulo Martins, que não apenas confessou ter matado a adolescente como apontou onde o corpo estava enterrado, na comunidade de Ponte de Ferro, em Cuiabá. Conforme Anaíde Barros, dona Antônia Amorim também confirmou que Paulo esteve na casa dela dias poucos antes do desaparecimento de Maiana. Na ocasião, como estava no trabalho e telefonou para falar com Maiana, conversou com Paulo pelo celular da adolescente. O inesperado telefonema de Antônia acabou frustrando a primeira tentativa de colocar em prática o plano traçado para matar Maiana. Paulo deveria sequestrar a adolescente aproveitando o momento que ela se encontrava sozinha na casa da mãe de Rogério. Além de Rogério, Paulo e Carlos Alexandre, está presa a mulher do empresário, Calisângela de Moraes, 36, também suspeita de envolvimento. (AA)

Edição EDIÇÃO 16966




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