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CIDADES
Terça-feira, 14 de Outubro de 2014, 21h:07

FARMÁCIA POPULAR

Funcionamento precário preocupa

YURI RAMIRES
Da Reportagem
O secretário-adjunto de Saúde do Estado, Hourk Douglas Correia, entregou ontem para o presidente da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social (CSPAS), da Assembleia Legislativa, deputado Antônio Azambuja, um relatório detalhado das receitas correntes e despesas com ações e serviços públicos do setor em Mato Grosso. A ausência do secretário Jorge Lafetá foi sentida e questionamentos sobre o funcionamento precário da Farmácia Popular evitados. Lafetá era esperado para apresentar e esclarecer os balancetes financeiros referentes ao último trimestre de 2014 da Secretária Estadual de Saúde (SES) e do Fundo Estadual de Saúde. Porém, ele viajou para Brasília e coube a tarefa a uma assessora da pasta. Azambuja destacou que é uma obrigação da pasta o gestor comparecer para informar à população sobre as ações. Sobre o caos na distribuição de medicamentos e atendimento na Farmácia Popular, o deputado destacou que é preciso saber o que está acontecendo e de quem é a culpa. “O Ministério Público Estadual (MPE) não pode pedir exoneração sem saber o que está acontecendo, se é culpa do secretário, do fornecedor ou de quem não está pagando as contas”, disse. Ainda segundo o deputado, “não dá pra sair jogando pedra”, mas reconhece que como gestor, o secretário tem como atribuição a organização do serviço, a compra dos medicamentos e a manutenção da ordem para cumprir a meta principal que é atendimento.

Edição EDIÇÃO 16962




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