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CIDADES
Segunda-feira, 30 de Julho de 2012, 20h:36

CASO MAIANA

Corpo é liberado para sepultamento

O IML liberou ontem para o sepultamento, 60 dias depois de ter sido encontrada, a ossada da estudante Maiana Mariano Vilela, 16 anos, assassinada a mando do amante, o empresário Rogério Silva Amorim, 38 anos, conforme apurou a Delegacia de Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Até o início da noite a mãe da estudante, Suely Mariano, não havia concluído os procedimentos necessários para o enterro, entre os quais a emissão da autorização da Polícia e a certidão de óbito. Por causa disto, o enterro está marcado para hoje, às 15hs, no Parque Bom Jesus de Cuiabá. Maiana desapareceu no dia 21 de dezembro do ano passada, quando saiu de casa, no bairro CPA IV, para trocar um cheque de R$ 500 em uma agência bancária do bairro vizinho. Quem lhe deu o cheque foi o namorado, Rogério Silva Amorim, de 38 anos, com o compromisso de que ela entregasse parte do dinheiro em uma chácara na estrada da Ponte de Ferro, no Coxipó do Ouro. A polícia descobriu que Rogério a mandou até a chácara, onde uma embosca estava armada. Lá, o pedreiro Paulo Ferreira, amigo do empresário, e Carlos Alexandre Nunes Silva, a aguardavam para matá-la. Assassinada por asfixia, o corpo da estudante chegou a ser levado até a empresa de Rogério, uma loja de materiais de construção, para que os assassinos pudessem comprovar que haviam cumprido a tarefa. Em seguida, Paulo e Carlos Alexandre enterraram a vítima em área de brejo, em outra chácara também da região da Ponte de Ferro. Além dos executores, que confessaram a autoria do crime, estão presos Rogério e sua mulher, Calisângela Moraes, que também teria participação na trama. Nesse caso chamou a atenção da polícia, a frieza de Rogério, que chegou a ajudar a família nas buscas da “namorada desaparecida”. (AA)

Edição EDIÇÃO 16961




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