NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 16 de Junho de 2026

BRASIL
Terça-feira, 09 de Junho de 2009, 20h:38

Submarino francês chega hoje na área

ANDREI NETTO
Da Agência Estado – Paris
O Estado-Maior das Forças Armadas da França darão inicia hoje uma verdadeira operação de guerra na costa brasileira em busca das caixas-pretas do Airbus A330-200 destruído no Atlântico. A ofensiva será marcada pela chegada do submarino nuclear de ataque (SNA) Emeraude S604, equipado de sonares especiais capazes, em tese, de localizar o sinal das balizas fixadas nos gravadores. Junto com o Emeraude, junta-se à esquadra na região do acidente - a cerca de 100 quilômetros da costa de Recife - o navio de guerra Mistral, o qual transporta helicópteros que realizarão busca e resgate de corpos que restam no mar dentre os 228 passageiros e tripulantes do voo AF 447. A terceira embarcação esperada é o "Porquoi Pas?", que traz consigo robôs submarinos capazes de explorar o fundo do oceano em altas profundidades, além de dois rebocadores do armador francês Louis Dreyfus, também equipados de sonares. No Atlântico, segundo o Estado-Maior francês, já trabalham a fragata Ventôse, que efetuou o resgate de alguns dos corpos encontrados até aqui, além de dois aviões de patrulha marítima Atlântico 2, um avião de supervisão e buscas Falcon 50M e um avião de detecção e comando Awacs. As aeronaves, segundo as Forças Armadas do país, somavam até ontem 170 horas de buscas na região. Questionado pela imprensa francesa, o porta-voz do Estado-Maior, capitão Christophe Prazuck, afirmou ontem que a missão de busca tem abatido os militares deslocados para a costa brasileira. "Para eles, é uma missão difícil. Mas eles estão conscientes da importância de seus trabalhos para as famílias das vítimas."

Edição EDIÇÃO 16962




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL